sábado, 30 de novembro de 2013

Fraude nas votações do Brasil é Real e totalmente possível!

Especialista e professor da UNB, Diego Aranha diz que urna eletrônica é insegura

Veja a reunião completa.

Poderia falar para cada um tirar suas próprias conclusões, porém, fica claro que existe uma insegurança até infantil, e que o voto pode sim ser manipulado, sendo o resultado de uma eleição facilmente modificado.

O autor

Vírus de computador pode se comunicar pelos alto-falantes?

Com informações da New Scientist - 29/11/2013

Vírus de computador pode se comunicar pelos alto-falantes?

Ruiu afirma que os computadores comunicam-se sozinhos por um som de alta frequência sendo transmitido pelos alto-falantes e captado pelos microfones dos computadores próximos. [Imagem: Dragos Ruiu]

 

Dragos Ruiu é um pesquisador de segurança de computadores renomado e respeitado.

Por isso ele está sendo levado a sério ao fazer uma denúncia que pode mudar a forma como a segurança dos computadores é vista.

Segundo Ruiu, tudo indica que seus laptops estão infectados por um malware que se comunica pelos alto-falantes e microfones.

Vírus por áudio

A suspeita surgiu quando o pesquisador iniciou a instalação de uma nova versão do OS X da Apple em seu MacBook - o laptop começou a atualizar também o BIOS por conta própria.

Ruiu vem testando os computadores há três anos. E, desde então, documentou vários comportamentos estranhos dos notebooks, que ocorrem mesmo quando cabos de rede, Wi-Fi e Bluetooth estão desligados.

E tudo vem acompanhado de um som emitido pelos alto-falantes.

O pesquisador agora acredita realmente que há vírus desconhecidos escondidos em suas máquinas que estão sendo controlados por meio de sinais de ultra-som transmitidos de um computador infectado para outro.

A alegação lançou uma nova nuvem de preocupações no mundo da segurança da informação, já que um vírus capaz de se comunicar pelo ar, sem necessitar de conexões de rede, seria uma ameaça muito mais dramática do que os casos mais recentes dos vírus de estado, como o StuxNet e o Flame.

badBIOS

Alguns especialistas ainda duvidam dessa porta dos fundos sônica, mas a maioria diz que um malware baseado em áudio é uma possibilidade real.

Ruiu afirma que os computadores comunicam-se sozinhos por um som de alta frequência sendo transmitido pelos alto-falantes e captado pelos microfones dos computadores próximos.

Segundo ele, as emissões de ultra-som cessam tão logo o microfone do computador de recepção é desativado, o que mostra que o vírus teria "inteligência" suficiente para não ficar falando sozinho, ou apitando sem necessidade, o que poderia facilitar sua descoberta.

"Nós gravamos os sinais de áudio de alta frequência entre nossos computadores e vimos os computadores misteriosamente mudarem sua configuração mesmo quando não tinham conexões de rede, Wi-Fi ou cartões Bluetooth," disse Ruiu. "E eles estavam funcionando com as baterias, para que não estivessem recebendo qualquer coisa pelas linhas de energia."

Ruiu batizou o malware de "badBIOS" e acredita que o programa é instalado no computador e permanece dormente até ser ativado por um sinal sonoro.

"Isso tudo é conjectura até que uma análise forense encontre algo," admite ele.

Vírus à distância

Até hoje se considerava que computadores funcionando lado a lado, sem conexões de rede, eram uma forma super-segura de trabalhar em qualquer lugar.

Se Ruiu estiver certo, esse "isolamento pelo ar" não é mais garantia de nada, já que os vírus poderiam literalmente conversar entre si à distância.

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Mais sites que falam sobre este assunto:

http://idgnow.uol.com.br/internet/2013/11/01/novo-malware-pode-atingir-a-bios-e-e-transmitido-pelo-ar-diz-pesquisador/

http://forum.ubuntued.info/viewtopic.php?f=47&t=6135

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Novos discos rígidos da Western Digital estão cheios de hélio

Atualizado: 04/11/2013 | Por Jamie Condliffe-- Gizmodo

 

Ideia é deixa-los mais eficientes, diminuindo a resistência do ar e aumentando a performance do HD

Reprodução

Reprodução

 

Discos rígidos continuam a ficar mais baratos e a oferecer mais espaço. Mas, para torná-los mais eficientes do que nunca, a Western Digital vai preenchê-los com hélio. A WD já anunciou seus planos antes, e agora revela mais detalhes.

Se você pudesse ver o interior de um disco rígido normal, notaria como ele funciona de forma bem mais brutal do que você imagina. Os pratos, discos magnéticos onde os dados são armazenados, giram a uma velocidade incrivelmente alta – milhares de rotações por minuto.

O número de pratos que podem ser empilhados em um mesmo HD é limitado pela resistência deles ao ar. Sim, a resistência do ar impede que veículos andem mais rápido, e faz o mesmo com seus dados.

Mas, em vez de ar, a Western Digital criou discos rígidos que são preenchidos com gás hélio, segundo o All Things D. O hélio, mais leve que o ar, possui resistência menor. Na verdade, a Western Digital já consegue colocar sete pratos onde, com ar, antes só cabiam cinco.

Dessa forma, o primeiro HD com hélio a sair da linha de produção tem 6 TB, contra 4 TB nas unidades convencionais . O All Things D explica por que isso é importante:

"Implementar 11 petabytes de armazenamento utilizando a tecnologia atual de drives requer 12 racks e 2.880 unidades de disco rígido, e cerca de 33 quilowatts de energia para rodá-los. Com a nova tecnologia baseada em hélio, você poderia fazer isto com oito racks e 1.920 drives, e rodá-los com 14 quilowatts."

Previsivelmente, os primeiros HDs com hélio não serão para os consumidores, e sim para empresas. E isso é ótimo: o Netflix vai usá-los para armazenar filmes, e o CERN – centro de pesquisa responsável pelo Grande Colisor de Hádrons – vai armazenar dados de seus experimentos. Mas talvez, um dia, você tenha hélio em seu disco rígido também.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Projeto dá primeiro passo para estudar a imortalidade e recebe 5 milhões de dólares para pesquisas

Recentemente, grande parte da imprensa mundial fez eco às declarações do cientista norte-americano Robert Lanza, que afirmou que a morte seria uma ilusão da mente humana e que a vida, depois de desenvolver suas possibilidades em universos paralelos, ao morrer do corpo, se converte em uma "flor perene que volta a florescer no Universo". Estas declarações, assim como o interesse no assunto, indicam uma tendência no aumento de estudos para a pesquisa do tema. Atualmente, ao menos dois importantes projetos internacionais se dedicam à investigação sobre a imortalidade, aprofundando o estudo dos fenômenos sobre experiências próximas da morte.

A Fundação John Templeton investiu US$ 5 milhões no projeto Immortality, que pretende estudar de maneira integral a imortalidade, reunindo ciência, filosofia e teologia. Segundo explica John Fischer, diretor do projeto, a investigação será centrada nas experiências próximas da morte para averiguar o que acontece nestas situações. Pessoas envolvidas no projeto acreditam que poderão encontrar algo importante sobre a vida de cada um, ou sobre seus valores, ou alguma informação sobre a vida futura.

Conheça a renomada Fundação John Templeton

O projeto também quer estudar as diferenças culturais que rondam o imaginário da morte já que, por exemplo, os norte-americanos têm experiências próximas da morte em que relatam ter visto um túnel com uma luz brilhante, enquanto os japoneses dizem ter visto um jardim.

Um outro projeto sobre o assunto reúne um grupo de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos EUA. Os pesquisadores publicaram um estudo sobre o tema na revista Proceedings of the National Academy of Sciences que descreve o comportamento de ratos de laboratório que passaram por experiências próximas da morte. Muitos sinais elétricos típicos da consciência excederam os níveis apresentados na vigília, o que indica que o cérebro é capaz de produzir atividade perfeitamente organizada no começo da morte clínica. Segundo a principal autora da pesquisa, Jimo Borjigin, "este estudo formará a base para outros trabalhos no futuro com humanos, para a investigação das experiências mentais que ocorrem no cérebro quando se está morrendo". 

Até que a morte não deixe de ser um dos grandes enigmas da vida, um mistério indecifrável para a mente dos mortais, estas pesquisas podem nos ajudar a avançar um pouco mais no tênue limite que separa a vida da morte.

Fonte: SEUHISTORY

Cientistas russos afirmam: Nova Era Glacial começará no ano que vem

Era Glacial em 2014 | Notícias | The History Channel

Contrariando a teoria de aquecimento global, dois cientistas russos afirmam que a Terra se aproxima rapidamente de um novo período glacial, que começará a partir do ano que vem. Os pesquisadores Vladimir Bashkin e Rauf Galiulin, do Instituto Gazprom VNIIGAZ, acreditam que os seres humanos, na realidade, não exercem grande influência nas mudanças climáticas. Eles defendem que planeta está, na verdade, passando por diferentes ciclos de atividade solar, e a próxima fase será marcada por um decréscimo gradual da temperatura até atingir um pico glacial em 50 anos. 

E os pesquisadores não param por aí. A dupla alega que o alarde atual em torno das mudanças climáticas é parte de uma conspiração com objetivo de desacelerar o consumo de petróleo, gás e carbono - três insumos essenciais à vida moderna -, e controlar os preços deste mercado. Apesar de polêmicas, as declarações dos dois cientistas não representam uma opinião isolada. No ano passado, Jabibula Absusamatov, diretor do setor de Investigações Espaciais do Observatório de Pulkovo e membro da Academia Russa de Ciências, confirmou a previsão de que a temperatura do planeta começará a baixar em 2014, alcançando seu pico de redução em 2055.

Fonte: http://noticias.seuhistory.com/cientistas-russos-afirmam-nova-era-glacial-comecara-no-ano-que-vem