| Paulo Bernardo se mostrou preocupado com o possível monitoramento de informações pelos Estados Unidos | |||
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sexta-feira, 14 de junho de 2013
Dados dos internautas brasileiros devem ser guardados aqui, sugere ministro
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Qual seria a aparência da Antártida se ela não fosse coberta de gelo?
Animação da NASA mostra o mais detalhado mapeamento do continente gelado já realizado.
Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 05/06/2013

Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 05/06/2013
Você já tentou imaginar o que existe embaixo da imensa camada de gelo — que conta com mais de 3 mil metros de espessura em alguns pontos! — que cobre a Antártida? Então, dê uma olhadinha na interessante animação abaixo, produzida pela NASA:
Você pode ativar as legendas em português no menu do vídeo.
O vídeo mostra a Antártida desprovida de todo o gelo que a recobre, revelando o que nenhum ser humano jamais pôde ver: o leito de rocha que compõe o continente. A animação foi criada a partir de um mapa superdetalhado — o Bedmap2 — gerado pelo British Antarctic Survey.
Esse novo mapa foi desenvolvido com base em um mapeamento anterior, ao qual foram incorporadas milhares de medições realizadas sobre a superfície da Antártida. Essas informações foram combinadas a imagens de satélite obtidas através do ICESat da NASA, além de dados coletados por radar que também foram obtidos pela agência espacial por meio do monitoramento realizado por aviões especiais.
Além de revelar a topografia do terreno sob a camada gelada, o mapa — o mais detalhado produzido até agora — também nos ajuda a entender como funciona o fluxo de gelo do continente para o oceano, e como essa dinâmica pode contribuir para a elevação do nível dos mares.
Quer saber o que você veria se pudesse ultrapassar a velocidade da luz?
Estudantes de Física afirmam que o que vemos nos filmes de ficção não seria observado na realidade.
Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 16/01/2013
(Fonte da imagem: Reprodução/Universidade de Leicester )
Se você é fã de séries de ficção científica como “Star Trek” e “Star Wars”, deve ter visto mais de uma vez os personagens ultrapassando a velocidade da luz com suas incríveis espaçonaves. Mas será que o que é retratado nos filmes — algo semelhante ao que você pode ver na imagem acima — também seria visto na vida real?
Um grupo de estudantes de Física da Universidade de Leicester, na Inglaterra, decidiu aplicar a Teoria da Relatividade de Einstein para descobrir se o que os filmes mostram também seria visível caso fosse possível viajar a velocidades superiores à velocidade da luz. E não é que eles descobriram que o cinema vem nos enganando todo esse tempo?
Millenium Falcon
Segundo os estudantes, se tomarmos a Millenium Falcon como exemplo, a tripulação não veria linhas brilhantes formadas pelas estrelas ao ultrapassar a velocidade da luz, mas sim um brilhante disco luminoso. O disco seria causado devido ao Efeito Doppler, que é uma característica observada em ondas emitidas ou refletidas por fontes em movimento com relação ao observador.
Assim, levando em consideração o ponto de vista dos viajantes da nave, o disco luminoso seria formado devido ao movimento da luz visível emitida pelas estrelas — que é uma fonte de radiação eletromagnética — em direção aos tripulantes. Em outras palavras, o efeito observado indica uma diminuição no comprimento de onda da luz emitida, que sairia do espectro visível e entraria no espectro dos raios X. Confira a representação do disco luminoso abaixo:
(Fonte da imagem: Reprodução/Universidade de Leicester )
Ao mesmo tempo, a radiação cósmica de fundo, que é um tipo de radiação térmica espalhada de maneira uniforme pelo Universo, entraria no espectro visível da luz, formando o tal disco luminoso que seria visto pelos tripulantes da nave. Ainda de acordo com os estudantes, se esse tipo de viagem realmente fosse possível, seria aconselhável o uso de óculos de sol bem potentes, além de algum tipo de sistema antirradiação na nave para proteger os viajantes.
Outro problema que a hipotética Millenium Falcon enfrentaria seria uma enorme pressão provocada pelo intenso bombardeio dos raios X, que exerceria uma força no sentido contrário ao do movimento da nave, podendo reduzir a sua velocidade. Agora cabe saber se, depois de tantas considerações teóricas, o pessoal de Hollywood vai passar a adotar o borrão luminoso no lugar dos belos traços formados pelas estrelas no novo Star Wars que deve vir por aí.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Microsoft prepara reestruturação profunda
04/06/2013, POR EUNICE GOMES
Citando fontes próximas da Microsoft, o site noticioso adianta que a mudança ainda está sendo planejada, mas vai implicar a reestruturação das divisões da multinacional, alterações a nível de cargos e chefias, bem como das prioridades relativas aos produtos da empresa.
O Windows deixa de ser o foco e as atenções passam a estar centradas no hardware. Neste campo, a console Xbox, o Skype e outros dispositivos como os tablets Surface, poderão ganhar relevo especial e novas versões mais aprimoradas.
A reestruturação está sendo orquestrada pelo CEO Steve Ballmer e não são de agora as notícias que referem o desejo do executivo de uma mudança estrutural. Numa carta anual emitida aos acionistas em outubro do ano passado, Ballmer já havia manifestado as suas intenções.
“O valor completo de nosso software será visto e sentido na forma como as pessoas usam os dispositivos e serviços, no trabalho e na sua vida pessoal”, escreveu o CEO na altura.
A Microsoft recusou comentar a notícia.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Poderemos encontrar 10 planetas habitados em uma década?
Com informações da New Scientist - 27/05/2013
Planetas habitados: não é mais "se", é "quantos". [Imagem: Sara Seager]
Uma tradicional ferramenta usada na busca de vida extraterrestre acaba de receber uma renovação completa.
Apesar da lamentável perda do telescópio espacial Kepler, a "reinicialização" da ferramenta pode significar que poderemos encontrar sinais de vida em planetas extrassolares dentro de uma década.
E a ferramenta não é nenhum novo telescópio ou ferramenta de observação - é uma equação matemática.
Equação de Drake
Em 1961, o astrônomo Frank Drake criou sua agora famosa equação para calcular o número de civilizações detectáveis na Via Láctea.
A equação de Drake inclui uma série de termos que, na época, pareciam ser impossíveis de se conhecer - como a existência dos planetas fora do nosso sistema solar.
Mas, nas duas últimas décadas, temos visto exoplanetas aparecerem como ervas daninhas, particularmente nos últimos anos, graças, em grande parte, aotelescópio espacial Kepler.
Com esses novos dados em mãos, Sara Seager, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, achou que era hora de dar uma atualizada na equação de Drake.
A nova versão restringe alguns dos termos originais da equação para incluir os dados mais recentes, tornando-a muito mais precisa - na descrição de Seager, se a equação original de Drake era um machado, a nova equação é um bisturi.
A equação original de Drake inclui sete termos que, multiplicados, dão o número de civilizações alienígenas inteligentes que poderíamos esperar detectar na Via Láctea.
Os dados do telescópio Kepler ajudaram a refinar dois termos: a fração de estrelas que têm planetas, e o número desses planetas que seriam habitáveis.
Planetas habitados à vista
Mas o que realmente interessa é o resultado da equação remodelada.
Segundo Seager, pelo menos 10 planetas habitados - não "habitáveis", mas habitados - poderão ser observados já com o telescópio espacial James Webb, que deverá ser lançado em 2017 - o cálculo original de Drake resultava em 2,3.
"Assim como na equação de Drake, alguns dos termos são sempre especulativos," reconhece a pesquisadora.
Será possível que poderemos de fato descobrir alienígenas bem próximos de nós? "É claro que eu acho que é possível. Por que outro motivo eu estaria trabalhando tão duro?" [Imagem: Sara Seager]
De qualquer, será possível que poderemos de fato descobrir alienígenas bem próximos de nós? "É claro que eu acho que é possível. Por que outro motivo eu estaria trabalhando tão duro?", disse ela.
E isto não é tudo.
O telescópio Kepler coletou dados durante quatro anos, mas até agora os astrônomos conseguiram analisar apenas os 18 primeiros meses - ou seja, os números poderão ficar ainda mais precisos.
E isto também não é tudo.
Com o aprimoramento das técnicas, e um monte de exoplanetas para testá-las, agora os astrônomos já estão se preparando para medir a atmosfera dos exoplanetas.
A análise dos gases associados com a vida em volta dos exoplanetas dará pistas reveladoras sobre sua composição - e sobre seus habitantes.
Segundo Seager, já nos próximos anos será possível melhorar ainda mais a equação, eliminando cada vez mais incertezas com a inserção de dados cada vez mais precisos, incluindo as "bioassinaturas atmosféricas".
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