sábado, 24 de março de 2012

Suécia está abolindo as cédulas de dinheiro

Por Fernando Daquino em 24 de Março de 2012

Com a utilização mais recorrente de transações eletrônicas, assaltos às agências bancárias têm diminuído. Foram registrados apenas 16 roubos em 2011.

(Fonte da imagem: Reprodução/The Central Bank of Sweden)

 

Conforme matéria da Associated Press, reproduzida no site Yahoo! News, a Suécia está abolindo aos poucos o uso de cédulas de dinheiro. De acordo com a publicação, o país foi a primeira nação europeia a introduzir notas como moeda corrente em 1661. Agora, os suecos querem ser pioneiros também na adoção de métodos de pagamentos online.

Na maioria das cidades suecas, os transportes públicos não aceitam mais dinheiro. As passagens são pré-pagas ou adquiridas por meio de mensagens de textos enviadas pelo celular. Uma pequena parcela das empresas, que está em crescimento acelerado, só aceita pagamentos efetuados com cartões de débito e crédito.

Além disso, até mesmo algumas agências bancárias pararam de lidar com notas, focando seus serviços apenas em transações eletrônicas. Qual o resultado desse “boicote” às cédulas? O número de assaltos aos bancos da Suécia caiu de 110 em 2008 para 16 durante o ano de 2011. Os roubos aos serviços de transportes de valores também apresentaram uma redução considerável.

Fonte: Tecmundo

Conheça os avós do iPhone e do iPad

Por Felipe Arruda em 23 de Março de 2012

 

Antes de fazerem sucesso, as versões antigas de tablets, MP3 players e outros eletrônicos cometeram o erro de estarem à frente de seus tempos.

 

Eletrônicos de sucessos como o MP3 player e o tablet percorreram um longo caminho até encontrar as formas e características que seriam bem aceitas pelo mercado. E como a tecnologia evolui rapidamente, com inúmeros lançamentos e descobertas publicadas diariamente no Tecmundo, às vezes acabamos esquecendo como esses gadgets se pareciam nos anos 90. Sendo assim, vale a pena contar essas histórias.

Listen Up, o primeiro MP3 player

Listen Up, uma hora de música e loja virtual defasada (Fonte da imagem: Luxury Launches)

 

Imagine um MP3 player capaz de armazenar até uma hora de música, com propagandas que interrompem sua audição a cada 30 segundos e cuja loja virtual não vende as faixas dos seus artistas favoritos. Pois de acordo com a revista New Scientist, era assim que funcionava o Listen Up, produto lançado em 1996 por uma start-up de Cupertino, Califórnia, conhecida como Audio Highway.

Na época, a imprensa especializada adorou a novidade, e o produto chegou a ganhar prêmio de inovação na Consumer Electronics Show (CES) de 1997. Porém, depois disso, nada aconteceu. Apenas 25 unidades do player foram produzidas, sendo que uma delas apareceu à venda no eBay em outubro de 2009, mas ninguém se dispôs a pagar os US$ 75 mil cobrados pela relíquia.

O grande problema do Listen Up foi ter sido lançado em uma época em que apenas 1% da população mundial tinha acesso à internet e a maioria dos computadores não possuía porta USB, fazendo com que os proprietários do produto ficassem sujeitos à porta paralela e a uma conexão de 28,8 kilobits por segundo. É possível sentir uma tristeza profunda só de pensar na velocidade a que os arquivos eram transferidos para o dispositivo.

 

Cinco anos depois...

Primeira geração do iPod revolucionou o mercado de players portáteis (Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

 

Levou meia década para que a Apple surgisse com o produto que revolucionou o mercado de MP3 players. O iPod foi lançado em outubro de 2001, sendo muito menor que seus antecessores e oferecendo mais capacidade de armazenamento (5 GB), além de uma interface de uso diferenciada para a época.

A princípio, o player fez sucesso apenas entre os fãs dos computadores Macintosh, mas em julho de 2002 o iPod conquistou o público em geral, já que começou a oferecer compatibilidade com PCs equipados com o sistema operacional Windows.

 

Messagepad, avô do iPhone e do iPad

MessagePad e iPhone, lado a lado (Fonte da imagem: blakespot/Flickr)

 

Você já está na fila de espera para receber o novo iPad? Pois talvez você não imagine as monstruosidades que vieram antes dele. Em 1992, por exemplo, a Apple anunciou para um auditório lotado em Las Vegas que uma nova geração de dispositivos portáteis revolucionaria o mundo da computação pessoal. Entre as novidades estava um sistema de reconhecimento de escrita que tornaria o teclado obsoleto.

No ano seguinte, a empresa apresentou o tal gadget revolucionário: o Messagepad, uma espécie de tablet que funcionava com o sistema operacional Newton e vinha com uma canetinha que permitia ao usuário escrever diretamente na tela do eletrônico. Entretanto, o lançamento foi um fracasso.

Entre os problemas que colaboraram para a baixa aceitação do Messagepad, estavam o tempo de vida curto da bateria do “tablet” e o fato de que o modelo mais simples não podia ser conectado a um computador. Além disso, o dispositivo possuía uma falha grave: o sistema de reconhecimento de escrita, principal argumento de venda do gadget, não funcionava bem.

Quando Steve Jobs voltou para a Apple em 1997, a primeira coisa que fez foi cancelar o projeto Newton e começá-lo do zero. Essa decisão acabou levando à criação do iPhone, em 2007, e doiPad, em 2010. O resto dessa história todos nós conhecemos.

 

Bônus: o surgimento da interface gráfica

Xerox Star acabou com a tortura de impressão via linha de comando (Fonte da imagem: DigiBarn)

 

Já pensou como seria imprimir um documento por volta de 1977? Para começar, você teria que usar uma impressora matricial, que era lenta a ponto de não conseguir imprimir mais do que 200 caracteres por segundo. Além disso, não existiam softwares como o Word ou OpenOffice: tudo era feito por meio de comandos digitados no terminal, desde a formatação do texto até a impressão.

Felizmente, uma empresa do Silicon Valley resolveu acabar com essa tortura. Na mesma época, a Xerox criou não apenas a interface gráfica, como também a rede Ethernet. Isso permitiu, por exemplo, que arquivos pudessem ser impressos remotamente.

Assim surgiu o Xerox 8010, também conhecido como Star, o primeiro computador a contar com interface gráfica e um periférico muito curioso, conhecido como mouse. Porém, a novidade não pegou.

 

Como a Xerox perdeu a chance

Interface da Apple inspirada nos softwares da Xerox (Fonte da imagem: Wikimedia Commons)

 

Depois de anos trabalhando no aperfeiçoamento dessas funções, o Xerox Star foi lançado em 1981. Foi nessa época que Steve Jobs, “inspirado” pelas ideias da Xerox, resolveu investir em um plano audacioso: vender computadores com softwares semelhantes ao do Star por US$ 2,5 mil.

Apesar disso, a Xerox ainda teve sua chance. O 8010 estava dois anos à frente do Apple Lisa, foi lançado quatro anos antes do Microsoft Windows e três anos antes do primeiro Macintosh. Mas o que tornava o computador um fracasso de vendas era o preço proibitivo: US$ 16,5 mil por uma única estação.

Enquanto a Xerox queria entregar um produto de alta qualidade, a Apple se decidiu pelo caminho oposto: hardware mais modesto e preço mais acessível. Assim, mesmo com um terço da memória do Star, monitores com a metade do tamanho e ausência de disco rígido, as máquinas da Apple venderam como água.

Para ajudar, os advogados da Xerox estavam tão preocupados com as patentes de hardware que se esqueceram de proteger legalmente o sistema operacional. Assim, a Maçã aproveitou as melhores ideias do software e venceu a batalha.

Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 23 de março de 2012

Aparelho três em um promete substituir telefone, laptop e TV

23/03/2012 08h35 - Filipe GarrettPara o TechTudo

 

O designer Nikolaus Frank, da Franketc, criou o Spider Computer, um aparelho que promete substituir o laptop, smartphone e até mesmo a TV. O Spider é, até aqui, apenas um conceito, mas seu inventor acredita que o aparelho aponta para o futuro da tecnologia. Com este projeto, Frank pode ter dado o próximo passo em termos de convergência de plataformas.

Aparelho que converge laptop, celular e TV cabe dentro do seu bolso (Foto: Reprodução/Yanko Design)

Aparelho que converge laptop, celular e TV cabe dentro do seu bolso (Foto: Reprodução/Yanko Design)

 

É possível utilizar o dispositivo móvel como celular ao dobrar as “pernas” do aparelho. Embora não fique claro nas imagens disponíveis, a superfície cilíndrica é, na verdade, um LCD circular. É por ele que o usuário pode interagir com os conteúdos móveis.

Ao estender as pernas, o aparelho projeta nas superfícies uma tela e um teclado. É desta forma que o Spider torna-se um laptop.

Como o aparelho não dispõe de muito espaço para um HD, o seu funcionamento fixa-se exclusivamente em dados armazenados na nuvem. O hardware tem sensores que adaptam as projeções de tela e teclado, levando em consideração a inclinação das superfícies.

Designer responsável pelo Spider acredita que o aparelho aponta para o futuro da tecnologia (Foto: Reprodução/Daily Mail)Designer responsável pelo Spider Computer acredita que o aparelho aponta para o futuro da tecnologia (Foto: Reprodução/Daily Mail)

 

O mesmo projetor, usado para que o aparelho funcione como laptop, permite que ele envie imagens para uma parede, funcionando como alternativa ao televisor da sala. O projeto venceu o Spark, um importante concurso de design. Até aqui, trata-se apenas de um conceito e a ideia é que novos Spiders sejam fabricados e desenvolvidos por estudantes.

Via Daily Mail e Yanko Design Tecmundo 

Conheça a Viewtron, a "internet" que surgiu antes da internet

Por Felipe Arruda em 23 de Março de 2012

 

Assim como acontece com eletrônicos, os serviços online também correm o risco de surgir à frente dos seus tempos. E apesar de falharem, acabam desbravando uma nova área de sucesso

 

Gostou de conhecer os avós dos gadgets da Apple? Pois saiba que a internet e as redes sociais também tiveram antecessores muito curiosos, que não fizeram sucesso devido a problemas gerenciais ou, simplesmente, por terem sido criados em uma época em que o custo era alto demais.

 

Antes da internet, houve a Viewtron

 

Flórida, Estados Unidos, 1980: cerca de 5 mil cidadãos comuns trocam mensagens, leem notícias e até se divertem com games em uma rede que se assemelhava muito à internet, quase dez anos antes de o cientista inglês Tim Berners-Lee inventar a World Wide Web.

A Viewtron, como era conhecida, era uma rede fornecida pela empresa de mídia Knight Rider e a telefônica AT&T. Para usá-la, havia uma série de pré-requisitos: para começar, era necessário ter um terminal com teclado dedicado exclusivamente para a Viewtron. Esse equipamento era fornecido pelas empresas a um custo que ia de US$ 600 a US$ 900.

Mais tarde, com a popularidade dos computadores pessoais, a Viewtron passou a oferecer suporte para máquinas da Apple e IBM, além dos famosos Commodore. Também era necessário ter uma TV em cores, pagar a mensalidade de 12 dólares (com primeiro mês grátis) e dispor de uma linha de telefone para a comunicação com a central, que tinha um custo adicional de 1 dólar por hora. No vídeo acima, é possível conferir o equipamento e a interface usada pela rede.

A ideia por trás do serviço era muito simples: novas maneiras de jornais e revistas se comunicarem com seus leitores, nova modalidade de vendas de anúncios e a promessa de que os assinantes poderiam fazer compras e realizar transações bancárias sem precisar sair de casa, além de se informar e trocar mensagens com outras pessoas. Qualquer semelhança com a internet de hoje é mera coincidência.

Os primórdios das redes sociais

Friendster não soube aproveitar a demanda de seus usuários (Fonte da imagem: Dan Taylor)

 

A precursora das redes sociais surgiu em 1997 e se chamava Six Degrees. Curiosamente, o site sobreviveu até 2001, quando começou a ser substituído por serviços semelhantes e com mais potencial. Um desses “concorrentes” foi o Friendster, que por pouco não abocanhou o mercado que hoje pertence ao Facebook.

Lançado em maio de 2003, o Friendster conquistou milhões de adeptos em apenas alguns meses depois do lançamento. Em 2005, o site contava com 17 milhões de pessoas inscritas, mas a sua glória não durou muito. O serviço não conseguiu manter sua popularidade nem lidar com problemas que, na época, eram grandes demais.

Para começar, os responsáveis pelo Friendster não conseguiam trabalhar com a carga de processamento exigida para uma quantidade tão grande de usuários. Assim, no fim de 2003, era comum que uma página da rede levasse até meio minuto para ser carregada completamente.

Além disso, as primeiras versões do serviço permitiam apenas a criação de perfis individuais, não oferecendo suporte para a inclusão de grupos ou comunidade. Isso levou muitos usuários a “burlarem” o sistema criando perfis falsos e adicionando amigos. Dessa forma, as páginas do “Homer Simpson” ou da banda “U2” acabavam se transformando, de certa forma, em uma espécie de fã-clube. Esse tipo de perfil ficou conhecido como “fakester”.

 

Passo em falso

Infelizmente, em vez de perceber a demanda que os usuários exigiam e supri-la de alguma forma, a rede começou a caçar esses perfis falsos e a deletá-los, enfurecendo as pessoas e fazendo com que elas migrassem para redes concorrentes.

Essas lições foram levadas em conta por sucessores do Friendster, como o MySpace e oFacebook, que apoiam a criação de páginas para divulgação de bandas, grupos e até bichos de estimação. Recentemente, o Friendster reabriu como uma rede para gamers e voltado para o mercado asiático.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 22 de março de 2012

Gifs que vão fritar o seu cérebro

Por Felipe Gugelmin em 14 de Fevereiro de 2012

Trabalho do designer Micaël Reynaud aposta na psicodelia para provocar as mais diferentes reações em seus observadores.

O trabalho criado pelo designer Micaël Reynaud parece fruto de uma viagem decorrente do uso de substâncias ilegais. Ele reuniu diversas imagens estáticas e as transformou em uma série de gifs animados psicodélicos, capazes de provocar vertigens em qualquer um que observá-las durante um tempo prolongado.

Confira abaixo todas as animações produzidas pelo artista:

Gif

Gif

Gif

Gif

Gif

Mais no site Tecmundo

Fonte: Tecmundo