quarta-feira, 15 de junho de 2011

Tire suas próprias conclusões

Dizem que é real mesmo!!!

Remove, não deforma, e parece que nao é real…

Fonte: Youtube

Moneta: memórias SSD estão prestes a ficar 7 vezes mais rápidas

Por Felipe Gugelmin, 7 de Junho de 2011

Desenvolvida pela Universidade da Califórnia, novidade promete ser mais veloz e confiável que a tecnologia de armazenamento atual.

(Fonte da imagem: Escola de Engenharia Jacobs)

Um time formado por estudantes e professores da Escola de Engenharia Jacobs, da Universidade da Califórnia, desenvolveu uma nova forma de memória SSD que promete velocidades de transferência sete vezes maiores que as atuais. O segredo para o aumento de desempenho do drive criado, batizado como Moneta, é o uso de uma nova liga metálica calcogênia.

A novidade está sendo demonstrada durante a Design Automaton Conference (DAC) 2011, feira de automação de designs eletrônicos mais importante do mundo. Entre os parceiros da nova tecnologia estão a Micron Technology, a BEEcube e a Xilinx.

Memórias mais rápidas e confiáveis

O Moneta utiliza um método conhecido como “phase-change memory” (memória com mudança de fases, em uma tradução livre), uma nova tecnologia de armazenamento de dados que salva informações em uma nova liga metálica calcogênia. Além de oferecer mais velocidade do que as memórias flash, a nova tecnologia também se mostra mais simples de utilizar.

(Fonte da imagem: Escola de Engenharia Jacobs)

O resultado são velocidades de leitura que alcançam a marca de 1,1 gigabytes por segundo, com gravação na casa dos 371 megabytes por segundo. Em acessos menores, de 512 B, o Moneta alcança velocidades de leitura de 327 megabytes por segundo, podendo escrever dados com taxas de 91 megabytes por segundo – resultados que se mostram de duas a sete vezes mais eficientes que as memórias flash atuais.

Uma das principais vantagens da novidade é que, além de realizar operações com uma latência menor, é consumida uma quantidade menor de energia durante a realização de operações em que há transferência intensiva de dados.

Necessidade de novos softwares

Um dos membros da equipe responsável pelo Moneta, o professor de Ciência da Computação e Engenharia e diretor do Laboratório de Sistemas Não Voláteis, Steven Swanson, afirma que a tecnologia tem potencial para ser revolucionária. Segundo ele, a segunda geração do dispositivo deve estar pronta em um período de seis a nove meses – a expectativa é  de que em poucos anos a novidade esteja pronta para chegar ao mercado consumidor.

O desafio enfrentado pela equipe atualmente é desenvolver novos softwares capazes de gerenciar dados de maneira eficaz usando a nova memória. Swanson afirma que, como nos últimos 40 anos o mercado se focou no desenvolvimento de técnicas para uso em discos rígidos, ainda é preciso criar formas próprias de lidar com dispositivos SSD e as novas tecnologias do mundo da informática.

Fonte: Tecmundo

MimoPlug: conheça o menor computador Linux do mundo

Por Felipe Gugelmin, 15 de Junho de 2011

Com tamanho próximo ao de um adaptador para tomadas, a novidade tem como foco os aplicativos baseados na nuvem.

(Fonte da imagem: MimoMonitors)

Desenvolvido pela MimoMonitors, companhia especializada na produção de monitores compactos, o MimoPlug é um computador com sistema operacional Linux de aparência bem diferente da convencional. Com um design compacto, o aparelho lembra muito mais um adaptador para tomadas do que um desktop convencional.

A máquina possui somente 4,33” de comprimento, 2,74” de largura e altura de 1,9” e, conectada a um dos monitores fabricados pela empresa, constitui um dos menores computadores disponíveis no mundo. Segundo a fabricante, o dispositivo é focado nas aplicados voltadas para a nuvem, podendo ser utilizado tanto para tarefas comuns como uma forma adicional de monitorar redes locais.

Especificações modestas

(Fonte da imagem: MimoMonitors)

O MimoPlug possui um processador Kirkwood Series de 1,2 GHz, 512 MB de memória DRAM e armazena dados em memórias flash com capacidade que varia entre 4 a 16 GB. A conexão com a internet se dá através de uma porta Ethernet convencional, e a fabricante promete desempenho semelhante ao de um desktop convencional durante a realização de tarefas cotidianas.

A novidade está à venda no site da MimoMonitors em diferentes pacotes que acompanham um dos monitores produzidos pela companhia. O preço varia entre US$ 379,99 até US$ 499,98, dependendo do modelo e tamanho da memória escolhidos. Todos as compras acompanham cabos de força, cabos de rede e cartões SD de 4, 8 ou 16 GB que devem ser usados para iniciar a tela escolhida.

Fonte: Tecmundo

Airbus apresenta conceito futurista de avião (Vídeo)

Redação do Site Inovação Tecnológica - 15/06/2011
Airbus apresenta conceito futurista de avião
[Imagem: Airbus]
Aviões do futuro
Recentemente, a NASA apresentou uma coleção de aviões-conceito do futuro.
Agora, a Airbus decidiu mostrar seus próprios projetos e sonhos, criando um conceito que prevê para o mesmo ano de 2050 um novo conceito de aviões e da aviação como um todo.
Enquanto o avião-conceito mostra como materiais avançados poderão criar uma aeronave de alto desempenho com um visual bem tradicional, a cabine-conceito mostra algo totalmente diferente dos aviões atuais.
Todos os futurismos embutidos no projeto parecem mostrar uma tendência de retorno a um passado onde a própria viagem de avião era um deleite - algo mais parecido com os cruzeiros marítimos atuais.
Veja, a seguir, algumas das propostas apresentadas pela empresa.
Airbus apresenta conceito futurista de avião
[Imagem: Airbus]
Estruturas biônicas
As aeronaves do futuro poderão ser construídas usando uma estrutura biônica que imita a estrutura óssea das aves.
Os ossos são ao mesmo tempo leves e fortes porque seu interior poroso exerce tensão apenas quando necessário.
Isso eliminando o uso de materiais "desnecessários", reduzindo o peso do avião e aumentando a área útil.
Usando estruturas biônicas, a fuselagem terá a resistência necessária, mas poderá também aproveitar o espaço extra garantido pela economia de materiais.
Isto não só reduz o peso da aeronave e seu consumo de combustível, como também torna possível adicionar recursos, como janelas panorâmicas e portas de grandes dimensões, para facilitar o embarque e desembarque.
Membrana de biopolímeros
A estrutura biônico da cabine será revestida com uma membrana de biopolímero, que controla a entra de luz natural, a umidade e a temperatura, proporcionando opacidade ou transparência ajustáveis pelos usuários, eliminando a necessidade das janelas tradicionais.
Essa estrutura inteligente tornará o avião mais leve e diminuirá o consumo de combustível - além de dar aos passageiros uma vista de 360 graus do céu, permitindo que o turismo comece logo depois da decolagem e continue durante toda a viagem.
Airbus apresenta conceito futurista de avião
[Imagem: Airbus]
Materiais Compósitos
Os materiais no futuro provavelmente não serão os mesmos materiais que vemos e usamos hoje.
A tônica estará nos materiais compósitos, novos tipos de matéria feitos de uma combinação de diferentes materiais.
Embora já existam inúmeros materiais compósitos hoje, não tão futuristas, os engenheiros acreditam que será possível fabricar materiais não exatamente sólidos - uma composição de fluidos e gases, por exemplo.
O Boeing 787, por exemplo, é conhecido como avião de plástico devido ao grande uso de polímeros e compósitos em sua estrutura.
Redes neurais integradas
O sistema elétrico do interior do avião pretende ser comparável ao cérebro humano, formando por uma rede inteligente distribuída por toda a cabine.
Esta rede estará embutida nos materiais estruturais, tornando as centenas de quilômetros de cabos e fios encontrados em aviões hoje uma coisa do passado.
Conhecidos como materiais inteligentes, esses materiais estruturais poderão executar inúmeras funções, por exemplo, reconhecendo o passageiro, de modo que você estará também, de certa forma, conectado ao avião.
Airbus apresenta conceito futurista de avião
[Imagem: Airbus]
Materiais que mudam de forma
Materiais que mudam de forma e retornam à sua forma inicial, crescendo como as folhas de uma planta, estão se mostrando uma possibilidade muito real.
Esses materiais flexíveis e deformáveis podem ser metais ou polímeros que têm uma "memória". Ou podem ser cobertos com uma "pele" que induza a mudança de forma.
A memória é criada usando sensores e atuadores que dão aos materiais um certo nível de inteligência artificial, permitindo a sua adaptação às necessidades dos passageiros.
Materiais auto-suficientes
Os materiais usados no avião do futuro serão autolimpantes.
Pense nas folhas de uma planta de lótus, onde a água escorre em gotículas, sem molhar a folha e carregando consigo a sujeira que se deposita sobre as folhas.
Os primeiros revestimentos inspirados nesse "efeito lótus" já começaram a ser utilizados nas superfícies dos banheiros dos aviões.
No futuro, eles serão encontrados no tecido dos bancos e nos tapetes.
Esses materiais inteligentes poderão também ser capazes de se auto-consertar - as tintas poderão selar sozinhos qualquer risco que surja, assim como a pele humana se cicatriza.
Airbus apresenta conceito futurista de avião
[Imagem: Airbus]
Impressão em 3D
Alguns dos elementos do interior do avião poderão ser criados usando a chamada fabricação aditiva, que funciona como a impressão 3D, usadas nas máquinas de prototipagem rápida.
O processo imprime camadas sucessivas muito finas de material em cima umas das outras, até as camadas formarem um objeto sólido, usando materiais que vão de ligas de titânio de alta qualidade a vidro e concreto.
Além de tornar mais simples a produção de formatos muito complexos, esta técnica de fabricação reduz os resíduos de material em relação ao corte de blocos maiores.
Embora esta técnica já esteja sendo testada hoje para fabricação de peças pequenas para os aviões, no futuro seu uso poderá ser generalizado - não só na indústria, mas também nas residências.
Airbus apresenta conceito futurista de avião
[Imagem: Airbus]
Tecnologia holográfica
Esqueça as pequenas telas dos aviões: cenas que mostram o destino, uma cidade ou uma floresta tropical, assim como as informações sobre o voo, serão projetadas nas paredes do avião.
Cabines de primeira classe poderão ter o "papel de parede" de sua preferência, que poderá ser a imagem do seu próprio quarto.
Ou, para os mais ocupados, as imagens ao vivo de uma conferência de negócios.
Alguns futurólogos preveem que a tecnologia holográfica avançará a tal ponto que será difícil distinguir o mundo virtual do mundo real.
Colheita de energia
Se você acha que a ideia de estar conectado ao avião é um pouco forçada, espere até ver uma das chamadas soluções inteligentes de energia que a Airbus espera adotar nos seus aviões.
Os bancos terão materiais termoelétricos capazes de captar o calor do seu corpo e gerar energia, alimentando seu tablet ou tocador de MP3.
O excesso de energia se juntará à eletricidade gerada por painéis solares transparentes, instalados em toda a superfície externa do avião, ajudando a alimentar os demais aparelhos da cabine.
Fonte: Inovação Tecnológica

terça-feira, 14 de junho de 2011

Você sabia que usar um estabilizador não serve para nada?

Por Renan Hamann, 9 de Junho de 2011

Conectar o computador nesses aparelhos pode não ser uma boa ideia. Confira agora quais são os motivos para essa afirmação.

Pare tudo o que está fazendo e olhe para o seu computador. Responda para você mesmo: onde ele está conectado? A resposta que a grande maioria dos usuários deve dar é a mesma: estabilizador. O equipamento é responsável pela conexão de aparelhos eletrônicos a tomadas na casa dos brasileiros há décadas, antes mesmo de existirem os computadores pessoais.

Isso acontece porque, desde os idos de 1940, o Brasil sofre com a instabilidade na tensão das redes elétricas, o que pode causar problemas sérios aos aparelhos eletrônicos. Mas você já se perguntou se os estabilizadores realmente conseguem estabilizar as correntes elétricas para mandar um sinal limpo aos dispositivos?

(Fonte da imagem: divulgação/Microsol)

O Tecmundo foi atrás das informações para mostrar se a afirmação “Usar um estabilizador não serve para nada” é realmente correta. Aproveite este artigo para tirar todas as dúvidas que você possui em relação aos aparelhos e também para saber se vale a pena utilizar estabilizadores para ligar os seus eletroeletrônicos.

O que prometem?

Quando um estabilizador é comprado, os consumidores estão esperando uma série de vantagens para seus equipamentos. Promete-se aos usuários, que os dispositivos serão os principais responsáveis pelo nivelamento da tensão elétrica (voltagem) da rede. Com isso, picos de energia não afetariam diretamente os aparelhos.

Teoricamente, sempre que a rede elétrica sobe de tensão, os estabilizadores entram em ação para regular a voltagem aplicada a cada aparelho e evitar que eles sejam queimados. Quando a rede baixa sua tensão, o processo ocorre de maneira inversa: ele é utilizado para aumentar a tensão e não deixar que os eletrônicos sejam desligados. Ressaltamos: teoricamente.

O que eles realmente fazem?

Pode-se dizer que os estabilizadores servem para queimar no lugar dos aparelhos. Como assim, Tecmundo? É simples, todos eles são construídos com um fusível de proteção, que é queimado em situações de tensão muito instável da rede elétrica. Quando isso acontece, o estabilizador deixa de funcionar e o fornecimento de energia é interrompido.

Dessa forma, a instabilidade na tensão (possíveis sobrecargas) não chega diretamente aos eletroeletrônicos e estragos maiores são evitados. Fora isso, também se pode dizer que estabilizadores são excelentes extensores de capacidade para tomadas (os populares “Benjamins” ou “Tês”). Isso porque permitem que vários aparelhos sejam ligados em uma mesma tomada, mas sem riscos de curto-circuito (um perigo existente).

Nós contatamos o professor do Departamento de Eletrotécnica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Eduardo Romaneli, doutor em Eletrônica de Potência, para trazer um parecer técnico ao artigo. Ele nos deu várias informações que comprovam a ineficácia dos estabilizadores em redes domésticas no Brasil.

(Fonte da imagem: divulgação/Microsol)

Segundo ele, atualmente, com o desenvolvimento de fontes de alimentação universais que atuam automaticamente em redes de 127 V ou 220 V, o uso de estabilizadores é desnecessário. O professor pondera também que estabilizadores não têm capacidade para atuar na qualidade da energia elétrica, por isso, as redes com altos níveis de poluição não têm suas tensões corrigidas (inclusive, há casos em que a qualidade do sinal entregue aos dispositivos eletrônicos é inferior ao da rede comercial).

Romaneli afirma ainda que os melhores estabilizadores oferecem tempos de resposta em torno de 8,3 milissegundos, o que ainda é considerado muito alto. Esse tempo de resposta, quando muito alto, pode ser responsável por falhas de funcionamento em aparelhos sensíveis. Outro ponto negativo é a limitação do efeito de estabilização da tensão limitada a alguns patamares fixos.

Dessa forma, fica claro que a real funcionalidade dos estabilizadores está muito aquém do que se espera de um dispositivo eletrônico de manutenção elétrica. Então surge outra dúvida na cabeça dos usuários: existe algo que possa ser utilizado para uma manutenção da tensão elétrica que seja realmente eficaz?

Filtros de linha: um pouco menos de decepção

Filtros de linha são um pouco melhores do que estabilizadores, mas estão bem longe de serem os verdadeiros salvadores. A grande maioria deles não corrige problemas na rede elétrica, passando o mesmo ruído recebido pela tomada para os aparelhos que estiverem conectados. Pelo menos é isso que acontece com os filtros mais baratos do mercado.

(Fonte da imagem: divulgação/Ethereal)

Quem pode gastar um pouco mais encontra nos filtros de linha com suporte para filtragem eletromagnética uma boa opção. O problema é que, no Brasil, esse tipo de componente é raro e a grande maioria dos “filtros” não passa de extensões. Isso acontece porque não há componentes de filtragem, apenas o fusível para bloquear possíveis surtos de tensão (igual ao que acontece com os estabilizadores).

Qual a verdadeira salvação?

Infelizmente, a alternativa que realmente funciona é um pouco mais cara do que estabilizadores e filtros de linha. Estamos falando dos no-breaks. Esse tipo de componente elétrico oferece proteção em quatro frentes diferentes:

  • Proteção contra surtos de tensão;
  • Proteção contra queda de tensão;
  • Proteção contra queda na energia (falta de luz);
  • Proteção contra oscilação da frequência.

Dentro do segmento dos no-breaks, ainda é possível dividi-los em dois tipos diferentes. Os no-breaks offline, que são os mais comuns e baratos, são muito indicados para residências, pois conseguem armazenar energia elétrica em suas baterias para suprir a necessidade por curtos períodos de tempo, além de manter o sinal elétrico estável e limpo.

Já grandes servidores costumam utilizar no-breaks online, que são o que existe de mais completo em termos de prevenção de problemas elétricos. Esse tipo de aparelho está em constante troca de energia, pois alimenta os computadores (por exemplo) com a carga da bateria, ao mesmo tempo em que se recarrega pela energia oriunda das tomadas.

(Fonte da imagem: divulgação/Microsol)

Segundo o já mencionado professor Eduardo Romaneli, são os no-breaks online que oferecem segurança e estabilidade mais confiáveis. O problema, como já dissemos, são os altos custos para a aquisição deles. Por isso, estima-se que a maioria esmagadora desses no-breaks está instalada para alimentar servidores e centrais vitais para as empresas.

Nota-se, portanto, que em instalações elétricas domésticas é muito mais recomendado o uso de no-breaks offline. Mas isso somente em locais onde a rede elétrica é instável demais, causando surtos de sinal que possam ocasionar estragos nos aparelhos eletrônicos. Em redes mais estáveis, a utilização de filtros de linha com suporte a filtragens eletromagnéticas seria suficiente.

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Você utiliza estabilizadores? Aproveite o espaço dos comentários para contar ao Tecmundo se você sabia sobre a ineficácia desses aparelhos no controle da tensão elétrica que chega a nossas casas. Conte também quais são os eletrônicos que você liga no estabilizador para evitar que o funcionamento seja afetado pelas descargas.

Fonte: Tecmundo