quinta-feira, 26 de maio de 2011

Um Futuro Transparente (Feito de Vidro)

Isso ainda vai ser nosso futuro!!

Fonte: Youtube

7 Coisas que você não sabia sobre vírus

Por Renan Hamann, 5 de Abril de 2011

Conheça um pouco mais sobre o intrigante universo dos vírus e entenda por que todos devem se proteger dessas pragas.

As maiores pragas virtuais do mundoVocê se considera um verdadeiro mestre em segurança digital? Mesmo que a resposta seja “sim”, há muito sobre vírus e outros malwares (clique aqui e saiba tudo sobre esse e outros termos) que pouca gente conhece. Por isso, está na hora de conferir este artigo que o Tecmundo preparou para explicar a você, um pouco mais sobre esse curioso (e perigoso) mundo das pragas virtuais.

Confira as nossas dicas para conhecer um pouco mais sobre os arquivos maliciosos e saiba também que nem sempre basta possuir um antivírus atualizado e um firewall poderoso para estar completamente livre de ameaças.

1)Infecções não acontecem só com os outros

Não é difícil encontrar quem ache que as pragas virtuais só atingem os computadores dos amigos. Infelizmente isso é não é verdade, pois, como sabemos, todas as máquinas estão igualmente sujeitas a invasões ou contaminações. Por isso, é necessário que exista uma conscientização por parte dos usuários em relação às formas de utilização. Pode-se dizer até que alguns dogmas devem ser deixados de lado.

2) Mac e Linux também possuem vírus

Se você não utiliza o sistema operacional Windows, pode ficar um pouco mais tranquilo, mas isso não significa que descuidar completamente dos perigos existentes na internet é uma boa ideia. Dizer que o Mac OS X é invulnerável deixou de ser verdade há alguns anos. O mesmo se aplica às diversas distribuições do Linux, que podem ser muito estáveis, mas não são indestrutíveis.

Estima-se que aproximadamente 99% de todos os códigos maliciosos encontrados na internet foram criados para atingir o sistema operacional da Microsoft. O principal motivo para isso é a parcela de mercado ocupada pelo software (mais de 90% em todo o mundo), o que incentiva os crackers a encontrarem formas de burlá-lo.

Macs também são vulneráveis

É preciso lembrar que usuários maliciosos são movidos por seus egos. Quanto mais visível estiver o trabalho deles, mais satisfeitos ficam. Por isso há menos “glamour” em criar vírus ou outros malwares para os sistemas Mac e Linux. Com a crescente popularização destes, os perigos aumentam na mesma proporção.

Vulnerabilidades variam em cada SO

Como todos os sistemas operacionais são criados com suas próprias linhas de comando e outras peculiaridades, suas falhas também são únicas e não são repetidas em outros programas. Sabendo disso, ficam claros os motivos para que os vírus criados para Windows não sejam ameaças para outros sistemas operacionais.

3) Malwares vivem em ecossistemas

Pode parecer que os vírus são apenas arquivos sendo executados isoladamente, mas a verdade é outra. Vírus, trojans, worms e outros malwares trabalham de maneira complementar nos computadores. Por exemplo: um trojan armazenado em uma máquina pode ser ativado para que uma porta seja aberta. Assim, outras pragas podem entrar ou um cracker pode assumir o controle.

Outro tipo de invasão que ocorre com frequência pode ser exemplificada da seguinte maneira: arquivos maliciosos desativam apenas setores de firewalls, assim os computadores não emitem alertas de desativação da proteção residente e os crackers podem infectar os discos rígidos com mais vírus.

Eles vêm de muitos lugares

Já não é mais possível pensar que os vírus só são encontrados em páginas de conteúdo adulto ou ilegal, pois eles estão em todos os lugares. Hoje, um dos maiores disseminadores de pragas virtuais são os pendrives. Em faculdades, escolas ou empresas, pendrives são "espetados" em máquinas infectadas e assim começa uma "epidemia".

Infecções por pendrives

Não podemos nos esquecer dos emails contaminados, frutos de contas invadidas ou listas de contatos perdidas. Com eles são repassados milhões de arquivos ou links infectados, todos os dias. Ressaltamos: é extremamente importante tomar cuidado com todos os tipos de mensagens abertas e mídias inseridas nos computadores.

4) Computadores podem ser zumbis

Pois é, você não leu errado. Há um tipo de praga virtual conhecido como botnet, que transforma os computadores infectados em computadores zumbis. Essas máquinas podem ser controladas remotamente por crackers que desejam retransmitir informações para servidores remotos ou para despistar possíveis rastreios em casos de invasão de computadores ou sistemas.

5) Phishing é a nova ameaça

Depois do famoso vírus “I Love You”, surgiu uma enorme gama de novos malwares que também traziam nomes atraentes, o que estimulava os usuários a clicarem em emails contaminados. Hoje os arquivos maliciosos vivem um período semelhante, mas a onda do momento é a prática do Phishing.

Fonte da imagem: Symantec

É necessário tomar muito cuidado, pois esses arquivos maliciosos são distribuídos disfarçados, geralmente com um design muito parecido com o original. É muito comum que usuários mal-informados acabem clicando sobre os links que redirecionam para endereços infecciosos. Lembre-se sempre de que bancos jamais enviam emails com links para alteração de cadastro ou informações parecidas.

6) Não é recomendado possuir mais de um antivírus

Pode parecer que utilizar dois softwares de proteção contra vírus é uma ótima ideia, mas a verdade é justamente o oposto. Em vez de duplicar a proteção, há dois problemas muito grandes que são originados com essa prática. O primeiro deles é a possibilidade do surgimento de conflitos entre os aplicativos, resultando em brechas no sistema.

O outro é menos prejudicial para os sistemas operacionais, mas também pode incomodar bastante. Devido ao grande volume de informações sendo computadas, há uma sobrecarga da memória RAM e também do processador, o que pode originar lentidão nas máquinas e até mesmo alguns travamentos, dependendo do caso.

Há como verificar arquivos online

Você já teve a sensação de estar com o computador infectado? Depois de varrer todo o computador, o seu antivírus disse que não há problemas e mesmo assim você ainda teme pela segurança da máquina? Então está na hora de conhecer algumas ferramentas online que garantem uma segunda opinião para seu sistema.

Análises online

Com softwares de varredura online, é possível realizar uma verificação completa em seu computador, incluindo discos removíveis. Mas se a sua vontade é saber sobre algum determinado arquivo, a melhor escolha é o VirusTotal. Essa ferramenta (utilizada pelos analistas do Baixaki) verifica arquivos de até 100 MB com todos os principais antivírus da atualidade.

Atualizações são úteis

Você sabe para que servem as atualizações? É muito simples: quando um programa é desenvolvido, ele é criado com as aplicações de segurança necessárias para que os usuários sejam protegidos. O problema é que surgem novos arquivos maliciosos e então é necessário que as desenvolvedoras criem melhorias em seus sistemas: são as atualizações.

Isso não vale apenas para os antivírus, mas também para outros programas, principalmente aqueles que possuem conexão com a internet. Atualizando os aplicativos, você está evitando que várias brechas de segurança fiquem expostas em seu computador.

7) O melhor antivírus é você

Isso não deve ser novidade, afinal de contas, todas as dicas que demos neste artigo são relacionadas a cuidados na utilização. Mesmo assim, vamos ressaltar alguns pontos muito importantes. De nada adianta possuir antivírus poderosos se o usuário não os atualiza sempre que preciso. Também não adianta um firewall se não há cuidados com cliques.

Todo cuidado é pouco

Não é exagero dizer que nós somos os únicos antivírus realmente confiáveis que existem. Lembre-se sempre de seguir os passos de segurança para que você possa navegar tranquilamente pela internet. Mantenha sempre seus aplicativos atualizados e tome cuidado com o que visita. Sendo consciente, é muito difícil ser infectado (clique aqui para conhecer os piores hábitos que podemos ter na web).

.....

Você já conhecia essas informações que o Tecmundo trouxe neste artigo? Aproveite o seu espaço de comentários para dizer o que pensa a respeito desse mundo dos vírus e de outras pragas virtuais. Leia também este artigo para saber a importância dos hackers no mundo tecnológico.

FONTE: TECMUNDO

Mito ou verdade: colocar um disco rígido defeituoso no congelador pode ressuscitar o dispositivo?

Por Felipe Gugelmin, 15 de Abril de 2010

Descubra se congelar um HD realmente representa uma sobrevida ou não passa de mais uma mentira da internet.

Chega um dia na vida de qualquer pessoa que costuma utilizar o computador com frequência em que, inevitavelmente, acontece um problema grave de hardware. Por melhor conservada que seja a máquina, é natural que depois de algum tempo os componentes se desgastem, precisando ser substituído por novos dispositivos.

O problema é quando o componente que falha é justamente o disco rígido, no qual estão gravados todos os documentos e configurações importantes. Depois de várias tentativas de religar a máquina, nenhuma delas bem sucedidas, é hora de encarar a realidade – ou aceitar que tudo foi perdido, ou gastar uma boa quantia de dinheiro em um técnico especializado que vai recuperar os documentos.

Antes de apelar para uma dessas decisões é possível tentar um método que pode parecer estranho: colocar o componente no congelador. Histórias que envolvem o procedimento não são difíceis de encontrar, porém todas são consideradas meras lendas e conversa de quem não entende nada de informática.

Porém, isso realmente funciona, embora nem todos os casos possam ser resolvidos. Neste artigo desvendamos por que congelar um disco rígido pode ser uma solução útil para recuperar arquivos importantes em um componente danificado. Acompanhe abaixo as explicações, e não deixe de postar sua opinião em nossa seção de comentários.

Verdade, mas não em todos os casos

É realmente possível acessar os dados gravados em um disco rígido danificado após deixá-lo certo período de tempo em um congelador ou freezer, porém nem todos os casos podem ser resolvidos dessa forma.

Congelar os componentes pode funcionar em casos de danos físicos, como quando as camadas que forma o HD ficam desreguladas e começam a friccionar. Isso acontece graças ao princípio da contração, no qual um corpo tende a diminuir seu volume quando exposto ao frio.

Dessa forma, caso as camadas estejam desalinhadas, congelar o HD vai fazer com que sua superfície diminua, acabando com o problema de fricção que impedia a leitura dos dados. Da mesma forma, caso a cabeça de leitura esteja arranhando as trilhas por estar muito próxima delas, congelar o dispositivo faz com que o problema seja solucionado.

Porém, vale notar que a solução não é definitiva, e após algum tempo de uso o dispositivo voltará a apresentar os problemas anteriores. Isso porque, conforme vão aquecendo, os componentes do HD voltam ao tamanho original, o que reinicia os processos físicos responsáveis pelos erros apresentados.

Portanto, caso você decida apelar para este método, o recomendado é que possua um disco rígido complementar e simplesmente realize a transferência de arquivos para o dispositivo que funciona corretamente. Esse processo pode não ser muito prático e muitas vezes requer diversos congelamentos do HD, mas sai mais barato recuperar dados do que pagar um técnico especializado.

Como realizar o procedimento

Seu disco rígido parou de funcionar e, depois de várias tentativas, nenhuma foi bem sucedida em iniciar o dispositivo. Então chegou a hora de recorrer a métodos drásticos, como colocar o dispositivo no freezer e rezar para conseguir algum tempo a fim de recuperar dados importantes.

Porém, esse procedimento não deve ser feito de maneira qualquer, pois resulta em ainda mais problemas que vão destruir de vez qualquer esperança. Para evitar problemas, o Baixaki lista abaixo os passos necessários para congelar seu HD de maneira adequada e evitar qualquer dor de cabeça.

1) Remova o dispositivo do computador;

2) Envolva o HD em um saco plástico (daqueles utilizados para guardar alimentos), certificando-se de deixar a menor quantidade de ar possível;

3) Coloque o conteúdo em outro saco plástico, por questões de segurança;

4) Agora é hora de colocar o HD envolvido pelos dois sacos plásticos no freezer ou congelador. O recomendado é que você deixe o componente na parte mais fria possível, para obter o máximo de congelamento;

5) Deixe o disco rígido no local por um tempo, enquanto realiza outras tarefas. Não é possível afirmar qual a quantidade de tempo ideal, mas em geral é preciso deixar o dispositivo cerca de 12 horas dentro do freezer para que os componentes diminuam de volume;

6) Depois de se certificar que o HD está bem congelado, retire-o do congelador e o conecte novamente ao computador. De preferência, deixe o dispositivo fora da máquina, para evitar que volte a aquecer de maneira muito rápida;

7) Inicie a máquina e comece a transferir para outro disco rígido todos os dados importantes que deseja recuperar, com prioridade para documentos essenciais;

8) Durante o procedimento, pode acontecer de o dispositivo apresentar problemas e deixar de funcionar novamente. Isso acontece quando o HD já aqueceu o suficiente para que os componentes físicos voltem a apresentar conflitos. Caso isso aconteça, é hora de colocar o dispositivo no freezer mais uma vez;

9) Repita as etapas anteriores até recuperar todos os dados desejados.

Fonte: TECMUNDO

Um ótimo teste para seu antivírus

Neste Link você encontra um bom teste para tirar a dúvida se o seu antivírus está fazendo o que promete.

Antes de fazer o teste, confira se seu antivírus está atualizado, se não, atualize.

Vários ataques são feitos ao seu computador e no final ele te da um resultado completo sobre o que aconteceu durante todo o processo.

Entre e confira: http://www.spycar.org/Spycar_files/TowTruck.exe

Agora… se caso seu antivírus não tenha detectado nada, se passou em branco toda a série de ataques.. vá atrás de um bom antivírus URGENTE!!!

O teste simula os ataques mais comuns hoje em dia, e o melhor.. é somente um teste.. nada acontecerá realmente no seu pc.

Aproveite.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Por que o Windows 32 bits não consegue utilizar 4 GB de memória RAM?

Por Fabio Jordão, 12 de Maio de 2011

Explicamos detalhadamente o que limita o uso dessa quantidade de memória. Veja por que o problema nem sempre está no sistema.

É possível que você nunca tenha ouvido falar nessa  história, mas há uma novela antiga sobre problemas relacionados à instalação de 4 GB de memória RAM em sistemas operacionais de 32 bits. Aliás, nessa história também entra a problemática dos programas e processadores compatíveis apenas com 32 bits de dados.

Se você está entre os felizardos que usam o Windows 7, Vista ou XP de 32 bits, já pode ter passado por esse tipo de situação. Todavia, quem sabe você nem se preocupou em investigar o porquê de tal “falha” ocorrer, afinal, os 3 GB de memória que o sistema detectou já seriam mais do que suficientes para sua máquina.

Acontece que não é bem assim. Como consumidor, você deve concordar que ao adquirir 4 GB de memória RAM, fica evidente que você deseja usufruir de tudo que possui. No entanto, por mais que você faça um escândalo, não vai conseguir utilizar todos os 4 GB de memória. Por quê? Isso é o que veremos no artigo de hoje.

Endereços

Os computadores possuem estruturas organizadas. Para que o sistema operacional possa se comunicar com os itens de hardware, ele utiliza endereços numéricos. Cada item do PC possui um endereço físico, ou seja, um código que possibilita ao Windows identificar que determinado componente é a placa de vídeo, outro é a memória RAM e assim por diante.

Aliás, o endereçamento dos componentes não é só uma característica que o sistema adota, mas também que os demais itens de hardware aproveitam. Os processadores também vêm prontos para trabalhar com endereços. E no caso das CPUs de 32 bits, o limite para o endereçamento da memória é de 4 GB (explicaremos mais à frente o porquê de tal valor).

O endereçamento de memória que o processador possibilita é chamado de Espaço de Endereço Virtual (VAS). Nesse espaço, serão endereçadas a memória RAM, a memória da placa de vídeo e a memória de outros componentes (que nem sempre utilizam grande quantidade).

Seja como for, é esse VAS que também limita o sistema operacional, porque o Windows se vê obrigado a reservar apenas 4 GB de endereços para todos os componentes. Assim, se forem instalados 4 GB de memória RAM, o sistema não conseguirá utilizá-los, pois deve reservar parte do VAS para outros itens de hardware.

E se você está pensando que no seu PC não deveria acontecer isso, só porque sua placa de vídeo é offboard, você está enganado. O VAS deve reservar endereços para todos os componentes, incluindo a placa de vídeo. Assim, seja sua placa gráfica onboard ou offboard, os endereços no VAS por ela ocupados serão os mesmos.

O problema está nos bits do sistema

Como você já deve ter lido aqui no Tecmundo, um bit é uma unidade que pode assumir apenas dois valores. E considerando os sistemas de 32 bits, fica fácil compreender a quantidade de memória que o sistema consegue acessar no barramento de endereços. Basta pegarmos o número 2 e elevarmos à potência 32 – uma matemática relativamente simples.

Ao efetuarmos o cálculo obtemos o resultado 4.294.967.296, ou seja, 4 GB. Sendo assim, temos a certeza definitiva de que o Windows de 32 bits consegue sim endereçar 4 GB de memória. Entretanto, essa quantidade de endereçamento não pode ser dedicada apenas à memória RAM, como já explicamos nos parágrafos acima.

(Fonte da imagem: Reprodução/MSDN)

E se eu trocar meu processador? Adquirir uma CPU que trabalhe com 64 bits é uma ideia sensacional, pois ela vem preparada para endereçar mais do que 4 GB as diversas memórias do computador. Acontece que só trocar de processador não resolve o problema. Como citamos, o limite de 4 GB é imposto tanto pelo sistema de 32 bits quanto pela CPU.

Segundo o site da Microsoft, o Windows Vista, por exemplo, pode utilizar até 3,12 GB de memória RAM. Entretanto, a página que contém tal informação não especifica quais componentes podem estar instalados na máquina. Em teoria, se o usuário possui uma placa de vídeo com 1 GB de memória, a quantidade de memória RAM que pode ser utilizada cai abaixo de 3 GB. E se forem duas placas de vídeo com essa quantidade, esse valor será inferior a 2 GB.

A solução

Para conseguir utilizar todos os 4 GB de memória RAM (e até mais) é preciso dispor tanto de um processador de 64 bits quanto de um sistema de 64 bits. O Windows 7 e o Vista de 64 bits já conseguem mapear mais do que 4 GB de memória, apesar de  ainda possuírem limitações. Entretanto, a quantidade máxima para instalação nesses sistemas pode chegar a até 192 GB (no caso do Windows 7 Ultimate, Professional e Enterprise).

Após adotar essa solução, você poderá utilizar 8 GB de memória RAM ou mais. Todavia, ainda podem ocorrer limitações. Para contornar tais problemas é possível ativar o Memory Hoisting ou o Memory Hole Remapping.

Esses dois recursos estão presentes na BIOS de algumas placas-mãe e possibilitam que, antes que o sistema comece a operar, o mapeamento de memória seja alterado (empurrando parte do VAS para um espaço que não gere conflitos). Apesar de possibilitar usar plenamente toda a memória instalada, o uso dessas opções não é recomendado, visto que elas podem gerar instabilidade.

Outra função que pode ajudar a complementar a memória inutilizada é a memória swap. O Windows, por exemplo, utiliza um arquivo do HD para armazenar dados temporários. O uso da memória swap é comum no Windows, sendo que você nem precisa ativá-la. Apesar de possibilitar expandir muito a quantidade de memória, devemos lembrar que a memória swap é bem lenta e de maneira alguma equivale ao 1 GB que o sistema não consegue usar da memória RAM.

As limitações dos softwares

Agora que você já compreendeu basicamente o problema, podemos salientar que mesmo em sistemas de 64 bits poderão ocorrer limitações. Não necessariamente no sistema ou no processador, mas nos programas. Ocorre que nem todos os softwares executados no Windows Vista e 7 de 64 bits são aplicativos nativos. Isso quer dizer que muitos aplicativos são de 32 bits, o que significa que eles terão limitações.

Em teoria, um programa de 32 bits está limitado a usar até 2 GB de memória RAM. Sendo assim, caso você use um sistema operacional de 64 bits e algum programa chegue a atingir tal valor, é possível que ele trave e seja encerrado sem apresentar qualquer mensagem específica. Isso ocorre porque o Windows gerencia oVAS da seguinte forma: 2 GB reservados para os processos e 2 GB reservados para o sistema.

Falando no Windows 64 bits, os aplicativos de 32 bits se obrigam a usar os primeiros 4 GB de memória. Isso porque eles apresentam certa incompatibilidade ao acessar o VAS que ultrapassa tal valor. Já com os aplicativos de 64 bits não existem problemas dessa natureza.

Você já passou por esse problema previamente? Conhecia as limitações dos softwares e dos itens de hardware? Deixe seu comentário.

Fonte: Tecmundo