quinta-feira, 20 de junho de 2013

GPS gratuito é lançado pela Oi e funciona com celular de qualquer operadora

 Batizado de Oi Mapas, o app criado pela empresa já está na Google Play e pode ser instalado em smartphones de operadoras concorrentes.

Por Ian Castelli em 19 de Junho de 2013
GPS gratuito é lançado pela Oi e funciona com celular de qualquer operadora(Fonte da imagem: Reprodução/Oi)
Oi lançou um app de autoria própria com funções relacionadas à geolocalização e GPS. O app, denominado Oi Mapas, está na Google Play desde o dia 12 de junho, porém só foi anunciado oficialmente ontem (18). Por enquanto, a ferramenta só está disponível para os usuários do Android, contudo é necessário possuir o sistema operacional 2.2 ou superior.
O Oi Mapas está inteiramente em português e, apesar de ser desenvolvido pela Oi, funciona em smartphones de outras operadoras sem problemas.
Além disso, ele é capaz de fornecer informações offline, pois pré-carrega o mapa do Brasil na memória do aparelho permanentemente – recurso ótimo para quem sempre fica na dependência do 3G.

Um app que quer ser completo

O app conta com visualizações em 2D e 3D, podendo ser integrado com as redes sociais Facebook, Foursquare e Twitter. Você também pode utilizar a ferramenta para pesquisar locais interessantes dos arredores, pessoas próximas ou compartilhar suas localizações. Na primeira utilização, cerca de 200 MB de dados são baixados no smartphone para consultas posteriores.
A Oi informou que logo lançará versões para iOS, embora não tenha comentado nada em relação ao Windows Phone. E você, já utilizou o Oi Mapas? O que achou da ferramenta?
Fonte: Blog Oi

LG vai iniciar a produção de displays OLED flexíveis no quarto trimestre

Primeiro produto da companhia a contar com a tecnologia chega às lojas ainda em 2013.

Por Felipe Gugelmin em 19 de Junho de 2013
LG vai iniciar a produção de displays OLED flexíveis no quarto trimestre(Fonte da imagem: Reprodução/Unwired View)

A LG confirmou nesta quarta-feira (19) que vai iniciar a produção em massa de painéis OLED flexíveis no quarto trimestre comercial de 2013. Embora a empresa afirme que possui “clientes importantes” interessados nas novas telas, ela não confirmou quais são as fabricantes que vão incorporá-las em seus dispositivos.
Em entrevista concedida ao The Korea Times, a LG Display afirmou que espera produzir uma média de 12 mil folhas de papel OLED flexível a cada mês. Além disso, a empresa confirmou que seu primeiro smartphone com a nova tecnologia deve chegar às lojas no final deste ano.
Até o momento, a companhia não informou quais são as especificações do aparelho, tampouco forneceu informações quanto à resolução dos novos painéis. Também é incerta qual é a verdadeira capacidade que as telas têm de se dobrar, o que deve determinar o design dos aparelhos que acompanham a nova tecnologia.
Fonte: Unwired View

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Dados dos internautas brasileiros devem ser guardados aqui, sugere ministro

Paulo Bernardo se mostrou preocupado com o possível monitoramento de informações pelos Estados Unidos
13 de Junho de 2013 | 13:15h


Ministro Paulo Bernardo
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou durante evento da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) nesta quarta-feira, 12, que "é preciso haver uma política para que os dados dos usuários brasileiros sejam guardados no país" e não nos Estados Unidos.

O comentário de Bernardo diz respeito ao programa do governo norte-americano para acessar dados de usuários de grandes provedores de conteúdo, como Apple, Google e Microsoft. Segundo ele, há uma série de perguntas que precisam ser respondidas, pois mesmo um usuário brasileiro estaria sendo monitorado pela Casa Branca. 

"Parece pouco possível justificar uma coisa dessas; provavelmente todos nós temos contas nessas empresas", declarou. 

O ministro lembrou de um episódio em Dubai, durante a conferência da União Internacional de Telecomunicações em dezembro do ano passado, quando oGoogle acusou a entidade de querer "governar a internet". 

"Agora fico sabendo que isso acontece há sete anos. Eu queria colocar essas questões em pauta. A internet tem que ser livre e neutra", argumenta.

De acordo com a Exame, Bernardo ainda lembrou que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) solicitou ao Google a abertura de dados de um acusado em um processo de lavagem de dinheiro que foi recusado. Na ocasião, a gigante da web alegou que os dados arquivados nos EUA estavam sujeitos à legislação americana, que os proibia de revelar. 

"Se a empresa possui CNPJ e tem escritório aqui, tem de cumprir e se submeter à legislação brasileira", finalizou.

Fonte: Olhar digital

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Qual seria a aparência da Antártida se ela não fosse coberta de gelo?

Animação da NASA mostra o mais detalhado mapeamento do continente gelado já realizado.
Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 05/06/2013
Qual seria a aparência da Antártida se ela não fosse coberta de gelo?
Você já tentou imaginar o que existe embaixo da imensa camada de gelo — que conta com mais de 3 mil metros de espessura em alguns pontos! — que cobre a Antártida? Então, dê uma olhadinha na interessante animação abaixo, produzida pela NASA:
Você pode ativar as legendas em português no menu do vídeo.
O vídeo mostra a Antártida desprovida de todo o gelo que a recobre, revelando o que nenhum ser humano jamais pôde ver: o leito de rocha que compõe o continente. A animação foi criada a partir de um mapa superdetalhado — o Bedmap2 — gerado pelo British Antarctic Survey.
Esse novo mapa foi desenvolvido com base em um mapeamento anterior, ao qual foram incorporadas milhares de medições realizadas sobre a superfície da Antártida. Essas informações foram combinadas a imagens de satélite obtidas através do ICESat da NASA, além de dados coletados por radar que também foram obtidos pela agência espacial por meio do monitoramento realizado por aviões especiais.
Além de revelar a topografia do terreno sob a camada gelada, o mapa — o mais detalhado produzido até agora — também nos ajuda a entender como funciona o fluxo de gelo do continente para o oceano, e como essa dinâmica pode contribuir para a elevação do nível dos mares.

Quer saber o que você veria se pudesse ultrapassar a velocidade da luz?

Estudantes de Física afirmam que o que vemos nos filmes de ficção não seria observado na realidade.

Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 16/01/2013
Se você é fã de séries de ficção científica como “Star Trek” e “Star Wars”, deve ter visto mais de uma vez os personagens ultrapassando a velocidade da luz com suas incríveis espaçonaves. Mas será que o que é retratado nos filmes — algo semelhante ao que você pode ver na imagem acima — também seria visto na vida real?
Um grupo de estudantes de Física da Universidade de Leicester, na Inglaterra, decidiu aplicar a Teoria da Relatividade de Einstein para descobrir se o que os filmes mostram também seria visível caso fosse possível viajar a velocidades superiores à velocidade da luz. E não é que eles descobriram que o cinema vem nos enganando todo esse tempo?

Millenium Falcon

Segundo os estudantes, se tomarmos a Millenium Falcon como exemplo, a tripulação não veria linhas brilhantes formadas pelas estrelas ao ultrapassar a velocidade da luz, mas sim um brilhante disco luminoso. O disco seria causado devido ao Efeito Doppler, que é uma característica observada em ondas emitidas ou refletidas por fontes em movimento com relação ao observador.
Assim, levando em consideração o ponto de vista dos viajantes da nave, o disco luminoso seria formado devido ao movimento da luz visível emitida pelas estrelas — que é uma fonte de radiação eletromagnética — em direção aos tripulantes. Em outras palavras, o efeito observado indica uma diminuição no comprimento de onda da luz emitida, que sairia do espectro visível e entraria no espectro dos raios X. Confira a representação do disco luminoso abaixo:
Ao mesmo tempo, a radiação cósmica de fundo, que é um tipo de radiação térmica espalhada de maneira uniforme pelo Universo, entraria no espectro visível da luz, formando o tal disco luminoso que seria visto pelos tripulantes da nave. Ainda de acordo com os estudantes, se esse tipo de viagem realmente fosse possível, seria aconselhável o uso de óculos de sol bem potentes, além de algum tipo de sistema antirradiação na nave para proteger os viajantes.
Outro problema que a hipotética Millenium Falcon enfrentaria seria uma enorme pressão provocada pelo intenso bombardeio dos raios X, que exerceria uma força no sentido contrário ao do movimento da nave, podendo reduzir a sua velocidade. Agora cabe saber se, depois de tantas considerações teóricas, o pessoal de Hollywood vai passar a adotar o borrão luminoso no lugar dos belos traços formados pelas estrelas no novo Star Wars que deve vir por aí.