segunda-feira, 2 de abril de 2012

Arquivos inexplicados da NASA: estamos sozinhos no Universo?

Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 2 de Abril de 2012

Programa de TV analisa documentos da agência espacial norte-americana sobre a existência de OVNIs.

 

(Fonte da imagem: Reprodução/Science Channel)

 

Desde que a NASA começou a explorar o espaço na década de 60, temos visto imagens incríveis do Universo e especulado sobre a existência de vida em outros planetas. O fato de astronautas de missões como a Apollo, Gemini e Skylab terem avistado e registrado com suas câmeras inúmeros objetos e luzes não identificados — os OVNIs —, só reforça essa ideia.

Com o objetivo de esclarecer o que as imagens mostram — e aguçar a nossa curiosidade —, o Science Channel produziu uma série de programas intitulada “Are We Alone?” (Estamos sozinhos?, em uma tradução livre), na qual analisa todo esse material e lança a questão: será que essas informações realmente são suficientes para provar a existência de vida extraterrestre?

Algumas explicações possíveis

Através de comentários de cientistas de renome e relatos de astronautas, o programa analisa vários episódios interessantes, como o vivido pelo piloto Jim McDivitt, da missão Gemini IV.

Durante um dos voos, McDivitt afirmou ter visto o que ele descreveu como uma espécie de “lata de cerveja com um longo lápis preso a ela”. O piloto nunca pôde identificar o que viu nem provar que se tratava de um OVNI e, apesar de ter feito várias fotos, a NASA classificou o objeto como uma peça da própria nave. McDivitt se recusa a aceitar essa explicação e nega que as fotos que a agência devolveu sejam as mesmas tiradas por ele.

Outro episódio, desta vez vivido pela tripulação da Columbia, descreve a visualização de vários objetos circulares de grande tamanho, que se aproximaram e voaram ao redor de um cabo que se rompeu enquanto os astronautas tentavam lançar um satélite.

As imagens foram registradas pelas câmeras da missão, mas neste caso, parece que os objetos não passavam de partículas em suspensão que, ao ficaram desfocadas pela câmera, davam a impressão de ser objetos muito maiores.

Sem explicação

Seriam problemas de percepção, ilusão de óptica ou sugestão? Embora o programa tente encontrar uma explicação para todos os objetos avistados durante as missões espaciais, nem todos eles puderam ser esclarecidos, e muitos cientistas acreditam na existência de vida extraterrestre.

De acordo com esses cientistas, estamos começando a descobrir a existência de planetas com condições semelhantes às da Terra, o que abre a possibilidade de que exista vida inteligente lá fora. E você, acredita que estamos sozinhos no Universo ou que realmente pode existir vida em outros planetas?

Tecmundo

sábado, 31 de março de 2012

Sites mostram detalhes de todas as suas atividades nas redes sociais

30 de Março de 2012 | 18:00h

Serviços gratuitos exibem, na forma de infográfico, todas as suas interações no Facebook, Twitter, YouTube e outros

 

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 30 de março de 2012

Primeiras telas e-ink flexíveis da LG chegam ao mercado em abril

30/03/2012 12h06 - Eduardo MoreiraPara o TechTudo

 

A LG anunciou nesta quinta-feira (29/03) o inicio da produção em massa de sua primeira tela e-ink flexível (ou EPD). O componente pode ser dobrado em até 40 graus a partir do centro da tela, além de ser 33% mais fino do que as telas eletrônicos existentes no mercado. Segundo a empresa, ela já estará disponível para ser implementada na próxima geração de e-books.

Demonstração do novo papel flexível da LG (Foto: Reprodução)Demonstração do novo papel flexível da LG (Foto: Reprodução)

 

O grande diferencial desse novo papel eletrônico da LG é a utilização do plástico, substituindo o substrato de vidro. Como resultado, além da flexibilidade, essa nova EPD possui a metade do peso das telas convencionais. Outra vantagem é que a tecnologia é mais resistente a quedas, e em testes realizados pela própria LG a nova tela e-ink flexível é capaz de se manter intacta a quedas de 1,5 metro de altura. No teste de ruptura, a nova tela ficou intacta mesmo depois de diversas pancadas com um pequeno martelo.

 

O novo papel eletrônico da LG terá 6 polegadas de tamanho e resolução de 1024 x 768 pixels. Sua espessura é de 0.7 mm - 33% menor que as telas feitas com substrato de vidro - e seu peso é de 14 gramas.

 

Com tais características, a LG pretende oferecer ao mercado uma tela mais leve, resistente e brilhante do que as opções existentes no mercado. Além disso, as novas telas prometem reduzir a fadiga provocada por leituras prolongadas, bem como reduzir o consumo de energia dos dispositivos. A LG compete diretamente com a Samsung na oferta de telas flexíveis para leitores de livros eletrônicos. Nessa disputa, a LG declara que mesmo com todas as inovações e melhorias adotadas, a sua tela é melhor pois possui um preço considerado baixo. As primeiras unidades do lançamento devem chegar ao mercado já no mês de abril.

Via Electronista. Techtudo

quinta-feira, 29 de março de 2012

Memória flexível, transparente e 3D não perde dados

Redação do Site Inovação Tecnológica - 29/03/2012

Memória flexível, transparente e 3D não perde dados

Além de serem flexíveis e quase transparentes, as células de memória medem apenas 5 nanômetros, o que é muito menos do que o padrão da indústria eletrônica atual. [Imagem: Rice University]

 

Memória transparente

Chips de memória flexíveis e transparentes estão sendo apontados pelos seus criadores como o caminho rumo a aplicações como telefones celulares que poderão ser enrolados no braço como relógios de pulso.

Isto pode ser possível em pouco tempo, afirma o professor James Tour, químico da Universidade Rice, nos Estados Unidos, em cujo laboratório foram criados as novas células de memória.

Esse novo tipo de memória, que usa o óxido de silício como componente ativo, permite combinar os eletrodos transparentes das telas sensíveis ao toque com outros componentes igualmente transparentes desenvolvidos ao longo dos últimos anos, eventualmente viabilizando o sonho do professor Tour.

Mas talvez não precise ir tão longe. O fato é que as novas memórias são substitutas muito promissoras para as atuais memórias flash, além de várias outras aplicações.

 

Flexíveis, transparentes e 3D

Além de serem flexíveis e quase transparentes, as células de memória são muito menores do que as atuais, são construídas empilhadas umas sobre as outras, formando um chip 3D, e suportam temperaturas altíssimas, o que as torna candidatas também para aplicações espaciais.

A inovação é uma decorrência de um desenvolvimento apresentado pela mesma equipe em 2010, quando eles construíram nanotransistores de dois terminais, medindo apenas 5 nanômetros, o que é muito menos do que o padrão da indústria eletrônica atual.

Os nanotransistores consistem de canais de cristais de silício puro criados quando se aplica uma forte carga elétrica no óxido de silício, um isolante largamente usado pela indústria eletrônica.

A tensão inicial parece arrancar átomos de oxigênio do óxido de silício.

Como consequência, cargas cada vez menores repetidamente interrompem e reconectam o circuito, transformando-o em memória não volátil.

Um sinal de menor tensão pode ser utilizado para ler a memória, sondando seu estado sem alterá-lo.

 

Memória empilhada

Desde então, a equipe desenvolveu a memória de dois terminais, permitindo que as células individuais fossem empilhadas em uma configuração tridimensional, e postas sobre um substrato flexível.

A inovação foi apresentada ontem pelo professor Tour durante a reunião da Sociedade Americana de Química.

O pesquisador afirmou que os resultados completos serão publicados em um artigo científico nas próximas semanas.

Fonte: Inovação Tecnológica

quarta-feira, 28 de março de 2012

Microsoft revela planos para acelerar a velocidade da web

27/03/2012 18h52 - Paulo HigaDo Tecnoblog

A Microsoft divulgou suas propostas para aumentar a velocidade do acesso à Internet por meio de algumas mudanças no atual protocolo HTTP. O novo padrão, se aprovado, deverá ser chamado de HTTP 2.0. A tecnologia Speed+Mobility foi coincidentemente anunciada nesta semana, quando ocorrerá uma discussão sobre o futuro da internet no IETF, comunidade responsável por padronizar tecnologias e protocolos relacionados à web.

Microsoft cria projeto internet rápida (Foto: Reprodução)Microsoft cria projeto de Internet rápida (Foto: Reprod.)

De acordo com Jean Paoli, diretor geral de estratégias de interoperabilidade da Microsoft, o HTTP Speed+Mobility é baseado nas ideias do SPDY, do Google, mas também melhora a experiência do usuário mobile. O SPDY é um protocolo experimental utilizado principalmente no navegador Google Chrome para se comunicar com maior agilidade aos principais serviços da gigante de Mountain View, como o buscador, o Docs e o Gmail.

A tecnologia da Microsoft possibilita menor gasto de energia, item importante principalmente em smartphones e tablets, que possuem autonomia limitada. Além disso, com novas técnicas que envolvem compressão, melhor gerenciamento de múltiplas conexões e priorização de dados, também será possível consumir menos dados e acelerar o carregamento quando o usuário estiver em uma rede lenta, como a EDGE.

Ainda não se sabe quando a nova versão do protocolo HTTP será implantada em larga escala, mas o IETF deverá decidir os rumos da Internet ainda nesta semana.

Fonte: Techtudo