terça-feira, 20 de março de 2012

The Walking Dead terá jogo para o Facebook

20/03/2012 12h45 - Laura BuuPara o TechTudo

 

Depois do sucesso nos quadrinhos e na TV, os zumbis de The Walking Dead se preparam para conquistar o Facebook. A AMC, o canal de televisão norte-americano responsável pela produção do seriado, apresentou o jogo social AMC’s The Walking Dead: Social Game.

Divulgação do jogo coincidiu com o final da segunda temporada do seriado (Imagem: Divulgação)The Walking Dead: Social Game (Foto: Divulgação)

 

Nele será possível interagir com os mesmos personagens da TV, representados em estilocartoon. Tudo é bem colorido e leve, perfeito para agradar os jogadores casuais. O sistema se baseia no recrutamento de amigos na rede social para se juntar a sua equipe com o objetivo de sobreviver à invasão zumbi. O anúncio adverte: cuidado para seus amigos não morrerem, as chances deles retornares como zumbi são grandes.

O lançamento está previsto para abril, e é necessário curtir a página do jogo para ser um dos primeiros a experimentá-lo sem qualquer tipo de custo.

Via Facebook (techtudo)

segunda-feira, 19 de março de 2012

Tela com menos de uma polegada tem a mesma resolução que o novo iPad


Por
Fernando Daquino em 19 de Março de 2012
Nova tecnologia de displays é capaz de reproduzir imagens com até 2048x1526 pixels. As telas devem ser aplicadas inicialmente em acessórios para realidade virtual.

A tela Retina tem sido amplamente elogiada por entusiastas de tecnologia desde que foi empregada no iPhone 4. Quando o display foi revelado também no novo iPad, a expectativa era de que o gadget ofereceria grandes avanços visuais – como ficou comprovado em algumasimagens publicadas na semana passada.
 
Embora não tenha sido o único recurso a impulsionar as vendas da terceira geração do tablet, com certeza a tela Retina ajudou o dispositivo a bater o recorde de ordens de compra da empresa em um final de semana, como anunciado pelo CEO da Apple, Tim Cook (citado pela publicação do site The Verge).
 
Contudo, está surgindo uma tecnologia chamada Forth Dimension Displays que pretende desbancar o display do novo iPad. Conforme o Ars Technica, esse componente é capaz de reproduzir a mesma resolução que a mais recente edição do tablet da Maçã (2048x1526 pixels) em uma tela com menos de uma polegada.
 
A tecnologia deve ser utilizada para o desenvolvimento de aparelhos que fiquem muito próximos dos nossos olhos – oferecendo uma utilidade prática para a exibição de tantos pixels em um espaço tão pequeno –, como óculos de realidade virtual. Esses dispositivos podem proporcionar experiências mais imersivas, principalmente para jogos.
 
A expectativa dos responsáveis pela Forth Dimension Displays é que até o ano que vem já existam acessórios para games no mercado dotados com essas telas. A princípio, o custo de produção desses equipamentos é alto: entre US$ 1,5 mil (R$ 2,7 mil) e US$ 2 mil (R$ 3,6 mil) – valores que devem ser baixados com a adoção da tecnologia por mais empresas.
Fonte: Tecmundo 

Fibra de laser tece monitores 3D e telas transparentes

Redação do Site Inovação Tecnológica - 19/03/2012

Fibra de laser pode transformar fabricação de monitores 3D em tecelagem

A fibra usa gotas de líquido em um canal interno para controlar a emissão da luz. [Imagem: Stolyarov et al./Nature Photonics]

 

Telas tecidas

Fabricar telas e monitores poderá no futuro ser tão simples quanto tecer fibras ópticas.

Engenheiros do MIT, nos Estados Unidos, criaram uma fibra óptica a laser que emite luz ao longo de todo o seu comprimento e em qualquer direção.

Mas seu maior potencial vem do fato de que o brilho emitido por essas fontes de luz podem ser controladas de forma independente, produzindo efeitos diferentes para pessoas que estejam olhando para a fibra de ângulos diferentes.

Alexander Stolyarov e seus colegas afirmam que sua nova fonte de luz abre caminho para a fabricação de telas 3D flexíveis e literalmente tecidas, além deequipamentos médicos que ativem compostos terapêuticos no interior do corpo humano usando disparos precisos de luz.

 

Fibra óptica de laser

A nova fibra óptica possui um núcleo oco circundado por camadas alternadas de materiais com diferentes propriedades ópticas. Juntas, essas camadas funcionam como um espelho.

No núcleo oco fica uma gota de fluido, que pode ser movida ao longo da fibra.

Quando a gota recebe a energia fornecida por um laser, ela emite luz. A luz reflete de um lado para o outro entre os espelhos, emergindo como um feixe de laser de 360 graus.

Fibra de laser pode transformar fabricação de monitores 3D em tecelagem

Como cada canal de cristal líquido é controlado de forma independente, obtém-se uma grande flexibilidade na saída da luz. [Imagem: Stolyarov et al./Nature Photonics]

 

Vem então o sistema de controle de saída da luz, formado por quatro canais preenchidos com cristais líquidos. Cada canal é controlado por dois eletrodos dispostos paralelamente a cada um deles.

Como cada canal de cristal líquido é controlado de forma independente, obtém-se uma grande flexibilidade na saída da luz.

Apesar dessa aparente complexidade, cada fibra tem um diâmetro de apenas 400 micrômetros.

 

Tela transparente

Nos experimentos, os pesquisadores ativaram simultaneamente os cristais líquidos nos lados opostos da fibra com o intuito de simular uma "transparência" - uma tela que apresente a mesma imagem para pessoas olhando dos dois lados.

Stolyarov afirma que, em princípio, não há limites para o número de canais de cristais líquidos instalados dentro da fibra, o que permite o controle em várias direções diferentes - por exemplo, produzindo imagens diferentes para os olhos esquerdo e direito, gerando imagens 3D que dispensam óculos.

O inconveniente desse primeiro protótipo é que, como depende da gota de líquido se movimentando, cada fibra pode gerar apenas um pixel.

Mas os pesquisadores afirmam que isso não é problema, graças aos avanços já obtidos em outras áreas, como na microfluídica, que podem ser aproveitados em novas versões, para criar fibras multi-pixels.

 

Bibliografia:
Microfluidic directional emission control of an azimuthally polarized radial fibre laser
Alexander M. Stolyarov, Lei Wei, Ofer Shapira, Fabien Sorin, Song L. Chua, John D. Joannopoulos, Yoel Fink
Nature Photonics
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nphoton.2012.24

Fonte: Inovação Tecnológica

domingo, 18 de março de 2012

Sinal de rede mostrado na tela do celular não reflete a realidade

Por Wikerson Landim em 17 de Março de 2012

Barras cheias ou indicação de 3G podem não representar com fidelidade a qualidade do sinal onde você está.

 

(Fonte da imagem: iStock)

 

Há alguns anos, a AT&T veiculou um comercial nos EUA que tinha como principal mensagem o fato que com um aparelho da operadora o consumidor tinha acesso a “mais barras em mais lugares”. A referência da propaganda era as barras de sinal, que estamos a acostumados a ver na parte de cima do mostrador do smartphone.

 

Entretanto, o sinal mostrado nas barrinhas hoje é apenas um dos indicadores possíveis que apontam para a qualidade do sinal disponível. No caso do iPhone, com a atualização para o iOS 5.1, a situação ficou ainda um pouco mais complexa.

 

Se você estiver em uma rede da AT&T, por exemplo, com um iPhone 4S é possível visualizar o símbolo “4G” onde habitualmente estava escrito “3G”. Entretanto, isso não significa muita coisa, já que a velocidade é exatamente a mesma. No caso da AT&T, o mostrador “4G” faz referência à sua rede HSPA+ e não à rede LTE. Ela será chamada futuramente de “4G LTE”. Confuso, não é mesmo?

 

Mas afinal, o que isso significa?

 

As barras de sinal, em tese, devem mostrar o quão forte é o sinal de transmissão entre a torre e o dispositivo. Isso não significa que ele seja de maior ou menor qualidade, apenas que ele é de maior ou menor intensidade. Um sinal mais intenso não significa, necessariamente, um sinal melhor, sabe por quê?

 

Graças ao indicador de rede. Ela mostra o tipo de faixa a qual você está conectado, podendo ser GRPS (1G), EDGE (2G), UTMS (3G), HSPA+ (3G, mas chamado pela AT&T de 4G) ou LTE (4G). Dessa forma, mesmo que você tenha um nível de sinal intenso, ainda assim pode estar desconectado do serviço exibido no indicador de rede ou ainda navegando com qualidade muito aquém do que você imagina.

 

Tamanha confusão nos deixa apenas uma certeza. Esta na hora de alguma empresa inventar uma nova forma de indicar a qualidade de sinal dentro de uma determinada rede. Dessa forma, os consumidores poderão ter uma noção clara do quão bom é ou não o sinal da rede em que estão trafegando.

Fonte: Tecmundo

5 gadgets incríveis que nunca foram lançados

Por Renan Hamann em 18 de Março de 2012

 

Conheça alguns dos eletrônicos mais promissores que foram abandonados antes mesmo do lançamento.

 

A Sony possui o PlayStation, que já está com várias versões no mercado. A Microsoft tem o Xbox. Apple e Samsung estão consolidadas com iPhone e Galaxy S, respectivamente. Mas nem todos os gadgets possuem a mesma “sorte” que os aparelhos citados acima. Pois é, a tecnologia está repleta de dispositivos que acabaram abandonados antes de chegarem ao mercado.

Momento errado de entrar no mercado, componentes fracos e estratégias ruins são apenas alguns dos motivos mais frequentes para que isso aconteça. Reunimos neste artigo alguns dos principais casos que podem ser lembrados para ilustrar o que estamos falando. Será que você conhece alguns deles?

 

1. HP Slate

Quando falamos da relação entre HP e tablets, não é apenas o HP Touchpad que precisa ser lembrado como um fracasso. Em 2010, Steve Ballmer (CEO da Microsoft) anunciou que a desenvolvedora do Windows estaria firmando uma parceria com a Hewlett-Packard para a produção do HP Slate, que seria equipado com o Windows 7 e alguns recursos de hardware satisfatórios.

(Fonte da imagem: Divulgação/HP)

 

O problema é que o sistema operacional da Microsoft não tinha sido projetado para ser utilizado em tablets – até porque, naquele momento, os tablets não eram nada perto do que representam hoje. Conforme constatamos em um computador Touchsmart em 2010, utilizar o Windows 7 em uma plataforma touchscreen era sofrível. O projeto foi abandonado e nunca mais se falou sobre ele.

 

2. Microsoft Courier

Mais uma parceria entre Microsoft e tablets. Mais uma que não deu certo. Em 2010, vários rumores começaram a circular sobre os primeiros portáteis touchscreen a serem produzidos com o sistema operacional Android, que naquele momento era restrito aos smartphones. Para frear o avanço da Apple e da Google, a Microsoft começou a projetar o Courier, que teria duas telas e seria comandado por uma stylus de alta precisão.

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo)

 

No mesmo ano, Bill Gates afirmou que havia dois grupos na Microsoft que estariam trabalhando arduamente para projetar um tablet de qualidade e que pudesse competir com os que já estavam no mercado. Mas quando ouviu que os planos envolviam o Courier, ele teve uma “reação alérgica”, conforme disseram algumas fontes da CNET.

O problema principal para Gates (que já não era mais o CEO) estava na total inadequação do Microsoft Courier ao ecossistema da empresa. E foi por isso que ele ordenou que os projetosfossem abandonados.

 

3. Panasonic Jungle

O que esperar de um conceito apresentado por uma empresa gigante? Geralmente esperamos algo grandioso, mas quando as imagens conceituais revelam uma captura de tela colada (de maneira não muito convincente) em um aparelho, podemos dizer que é melhor torcer para que ele não se torne realidade.

O conceito não muito caprichado da Panasonic (Fonte da imagem: Divulgação/Panasonic)

 

A ideia do Panasonic Jungle era realmente boa. Uma nova plataforma portátil para quem quisesse jogar seus games favoritos. O dispositivo contava ainda com um teclado QWERTY e vários outros recursos atrativos (como saídas HDMI e caixas de som). Mas nunca foi revelado se os jogos seriam executados no Windows ou em um sistema próprio. Foi abandonado depois da rejeição do público.

 

4. Palm Foleo

Estamos em 2012 e os aparelhos híbridos surgem a todo momento. Mas para que isso pudesse acontecer, foi preciso que um pioneiro se sacrificasse em 2007. E o nome dele é Palm Foleo, um dispositivo muito maior do que um smartphone, mas que não chegava perto das dimensões de um notebook. Seria muito parecido com os primeiros netbooks do mercado, mas nunca conheceu as prateleiras.

(Fonte da imagem: Reprodução/Palm)

 

Com o sistema operacional Linux, suporte para Wi-Fi e Bluetooth, dificilmente o Palm Foleo seria rechaçado pelos consumidores, mas a Palm decidiu que não era hora de arriscar tanto. Por essa razão, o Palm Foleo entrou na nossa lista de aparelhos abandonados antes mesmo de serem produzidos.

 

5. Sega VR

Hoje, as três dimensões já são uma realidade para o entretenimento domiciliar – com restrições bem grandes por causa dos preços, mas é. Mas em 1991, um aparelho que permitisse a imersão das pessoas por meio de “realidade virtual” era muito mais do que inovador, era revolucionário.

(Fonte da imagem: Divulgação/Sega)

 

E foi exatamente isso que a Sega propôs com o Sega VR: um sistema de “realidade virtual” que utilizava óculos especiais para permitir que os jogadores tivessem uma experiência muito mais aprofundada com o video game Mega Drive.

O projeto foi abandonado em 1994 sem nunca ter sido colocado nas lojas. Há vários rumores que apontam para uma explicação bastante curiosa da Sega: a empresa teria deixado o sistema de lado porque “ele era tão fiel ao mundo exterior, que poderia machucar as pessoas que o confundissem com a realidade”. 

Fonte: Tecmundo