quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Kingston lança cartão de memória de alto desempenho

Por Eduardo Medeiros Schutt, 15 de Fevereiro de 2012

Cartão conta com a tecnologia Secure Digital High Capicity de Classe 10, ideal para gravação de vídeos em alta definição.

 

(Fonte da imagem: Divulgação)

 

De que adianta ter uma máquina fotográfica digital cheia de recursos se você não tem um cartão de memória que suporta toda essa tecnologia? Poucos usuários entendem o que significa a classificação de classes de um cartão de memória. Os cartões mais comuns no mercado são os de Classe 4, que geralmente acompanham as câmeras digitais no ato da compra. Na hora de adquirir um novo cartão, o usuário, na maioria das vezes, busca uma maior capacidade de armazenamento e nem imagina que a classificação de classes pode afetar o desempenho de seu equipamento. A Classe de um cartão determina a velocidade da taxa de transferência de dados, ou seja, quanto maior a classificação, mais rápida será a transferência dos arquivos para o computador e mais rápida a sua câmera ficará disponível para tirar a próxima foto. Além disso, os vídeos HD (High Definition) geram arquivos grandes e exigem cartões de grande capacidade e rápida taxa de transferência.

Pensando nisso, a Kingston, maior fabricante mundial independente de produtos para memória, lançou o Cartão Secure Digital High Capacity (SDHC) Classe 10. Ideal para quem quer registrar todos os momentos de sua viagem, o Cartão SDHC Classe 10 foi projetado para atender as demandas de armazenamento de alta qualidade de máquinas fotográficas digitais, de câmeras de vídeo e outros dispositivos eletrônicos pessoais.

Além de garantir velocidades para proporcionar uma taxa mínima e transferência de dados de 10MB por segundo, a taxa mais rápida disponível hoje no mercado, ele ainda está disponível nas capacidades de 4GB, 8GB e 16GB. Para saber qual a capacidade mais adequada às suas necessidades, os usuários podem acessar o site da Kingston – www.kingston.com/br/usb/storage_chart – e consultar a Tabela de Armazenamento por Capacidade.

O Cartão SDHC Classe 10 ainda possui o botão de proteção contra gravação integrado que evita a perda acidental de dados. Ele é compatível com máquinas com entradas SDHC e SDXC. Para assegurar a compatibilidade, o usuário deve conferir se o aparelho possui o logo SDHC.

O Cartão SDHC Classe 10 possui suporte para o formato FAT32 e é certificado pela última especificação da SD Association. Os dispositivos são 100% testados pela Kingston, possuem garantia vitalícia e suporte técnico gratuito.

Preço:
  • SD10V/4GB - R$ 24,90
  • SD10V/8GB - R$ 34,90
  • SD10V/16GB - R$ 69,90
Vantagens:
  • Garantido: obedece às especificações da SD Card Association
  • Segurança: botão de proteção contra a perda acidental de dados
  • Formato: FAT32
  • Simples: fácil de colocar e retirar
  • Garantia: vitalícia
Especificações:
  • Capacidade: 4GB, 8GB e 16GB
  • Dimensão: 0.94" x 1.25" x 0.08" (24mm x 32mm x 2.1mm)
  • Velocidade de transferência de dados: Class 10 (10MB/s)
  • Temperaturas de armazenamento: - 40ºC a 85ºC
  • Temperatura de operação: - 25ºC a 85ºC
  • Voltagem: 3,3 V

Via Assessoria de Imprensa

Fonte: Tecmundo

Tecnologias eletrizantes a bordo do primeiro carro de corrida elétrico

Redação do Site Inovação Tecnológica - 15/02/2012

Tecnologias eletrizantes levam carro de corrida elétrico aos 320 km/h

O carro de corrida elétrico Lola-Drayson B12/69EV reune um conjunto de tecnologias que tornam o protótipo realmente competitivo. [Imagem: Lola]

 

Carro elétrico de corrida

Carros de corrida verdadeiramente competitivos têm que trabalhar sempre no limite entre o desempenho e a confiabilidade.

Não será diferente para os carros elétricos de corrida.

É o que se pode ver no protótipo apresentado no Reino Unido por um consórcio de 10 empresas, liderado pela Drayson Racing Technologies, e pela Lola Cars.

Como já se discute quando entrará na pista o primeiro Fórmula 1 totalmente elétrico, a equipe Lola-Dyson mostrou que não quer ficar para trás.

Capaz de atingir até 320 km/h, o carro elétrico de corrida, chamado B12/69EV, reuniu um conjunto de tecnologias que tornam o protótipo realmente competitivo.

Entre essas tecnologias destacam-se a "bateria estrutural" - peças do carro que são elas próprias baterias -, o recarregamento das baterias pela suspensão e a captura de energia sem fios a partir da própria pista.

Tecnologias eletrizantes levam carro de corrida elétrico aos 320 km/h

Os materiais químicos que compõem a bateria estrutural são mesclados no próprio compósito. [Imagem: BAE]

 

Bateria estrutural

Construída pela BAE Systems, a bateria estrutural é construída no interior de algumas das peças de fibra de carbono que compõem a carroceria do carro.

A tecnologia usa a química das baterias de níquel que, embora não seja a mais eficiente de que se dispõe, é compatível com a fibra de carbono, o que permite sua fabricação em virtualmente qualquer formato.

Segundo a BAE, não se trata de enfiar uma bateria fina no meio das placas de fibra de carbono: os materiais químicos que compõem a bateria são mesclados no próprio compósito, permitindo que fabricação em qualquer formato.

O único inconveniente é a baixa densidade energética, equivalente a um terço da energia armazenada em uma bateria comum de carro, do tipo chumbo-ácida, e um décimo de uma bateria de lítio, do tipo usada em celulares e notebooks.

Ainda assim é uma vantagem, uma vez que a bateria é adicionada ao carro virtualmente sem custos em termos de peso, já que ela própria é uma peça do carro, com função estrutural ou aerodinâmica.

A energia fornecida pela bateria estrutural será utilizada para alimentar sistemas eletrônicos do carro, e não para sua propulsão.

 

Suspensão regenerativa

Outra tecnologia usada no B12/69EV representa um passo à frente dos sistemas regenerativos, também conhecidos como KERS, que usam a energia cinética das frenagens para gerar energia.

A parceira Multimatic construiu um sistema de suspensão regenerativa, com bobinas que foram integradas ao sistema de suspensão do carro.

Isto significa que cada oscilação do carro será aproveitada para gerar eletricidade.

Essa energia ficará armazenada em um capacitor, e será usada para acionar as superfícies aerodinâmicas móveis do carro.

Tecnologias eletrizantes levam carro de corrida elétrico aos 320 km/h

Entre as tecnologias destacam-se a bateria estrutural, o sistema de recarregamento das baterias em movimento e a suspensão regenerativa. [Imagem: Lola]

 

Abastecer sem parar

A HaloIPT, uma divisão da Qualcomm, está trabalhando em um sistema para recarregar as baterias principais, que precisam levar o carro até o fim da corrida.

A empresa desenvolveu um sistema de bobinas de cobre, acondicionadas em uma estrutura em barra, que é posicionada no assoalho do carro.

Mantas igualmente contendo bobinas devem ser montadas na pista, o que levanta dúvidas sobre seu uso prático a curto prazo, uma vez que elas exigirão mudanças nos circuitos.

Mas os projetistas afirmam que as bobinas de recarregamento não precisam estar ao longo de toda a pista. Ademais, defendem, a tecnologia precisa ser desenvolvida, uma vez que já há interesse em seu uso nas rodovias e ruas das cidades.

Fonte: Inovação Tecnológica

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

iPad 3 será anunciado no dia 7 de março?

Por Paulo Guilherme , 14 de Fevereiro de 2012

Data não passa de rumor, mas confirmaria informações vazadas anteriormente.

 

(Fonte da imagem: Divulgação/Apple)

 

O iPad 2 já está no mercado há quase um ano. Assim como acontece com a maioria dos produtos da Apple, isso quer dizer que é hora de um novo modelo ser lançado. Vários rumores correram pela internet, incluindo de que o anúncio oficial do terceiro tablet da Maçã devia ser naprimeira semana de março.

 

E agora, mais uma notícia parece confirmar esse fato. De acordo com o site iMore, fontes confiáveis indicam que o anúncio do iPad 3 ganhou uma data específica: dia 7 de março. As chances de que esse rumor seja correto são boas, uma vez que essa data cairia em uma quarta-feira, dia em que a Apple normalmente faz seus eventos importantes.

 

Quanto às configurações do aparelho, os rumores são ainda maiores. O mais forte deles, como já comentamos no começo do mês, é da presença dos processadores quad-core e o suporte a 4G, além da praticamente confirmada Retina display de 2048x1536.

 

Vale lembrar que tudo ainda não passa de rumores, por maiores que sejam as chances das informações serem verdadeiras. Resta esperar que março chegue, para descobrirmos a verdade.

Fonte: Tecmundo

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cubo holográfico absurdamente pequeno pode aniquilar os HDs e SSDs

Por Roberto Hammerschmidt, 10 de Fevereiro de 2012

Nova tecnologia de armazenamento já é realidade: empresa cria cubo de 1 cm com capacidade de 1,2 TB.

(Fonte da imagem: Keol)

 

A memória holográfica oferece a possibilidade de armazenar 1 terabyte de dados dentro de um cristal do tamanho de um cubo de açúcar. Mas o custo elevado sempre foi um entrave no seu desenvolvimento. Agora, uma empresa chamada AON afirma ter desenvolvido um cubo de armazenamento holográfico de 1,2 TB, com poder de transferir dados a mais de 155 MB/s.

Segundo a empresa, foi usado um material fotorefrativo na composição do produto. O custo é relativamente baixo: entre US$ 0,11 e US$ 0,83 por gigabyte. De acordo com um gráfico divulgado pela Laser Focus World, o valor é muito mais baixo que o de qualquer outro tipo de mídia de armazenamento.

A Channel Register afirma que a AON ainda está aprimorando a tecnologia e poderá desenvolver cubos com capacidades ainda maiores de armazenamento, chegando a incríveis 9,6 TB, aumentando a taxa de transferência para valores quase surreais: 1,24 GB/s.

 

A tecnologia do futuro?

Os sistemas de armazenamento holográfico funcionam de forma similar a CDs e DVDs, porém, com a capacidade de operar (ler e gravar dados) por dentro da mídia; não apenas na sua superfície. O armazenamento é feito de forma tridimensional, sendo capaz de guardar mais informações em um espaço menor, além de oferecer um tempo mais curto de transferência de dados.

A tecnologia foi proposta em 1960 por Pieter J. Van Heerden, cientista da Polaroid. Porém, os custos e a clara falta de vantagens sobre mídias de armazenamento concorrentes evitaram que a tecnologia fosse desenvolvida.

Glenn Gladney, CEO e presidente da AON, diz que está procurando parceiros estratégicos para colaborarem com a empresa de forma que ela possa concluir o desenvolvimento de sua tecnologia. Por favor, parceiros, colaborem.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Bateria fina e flexível é tecida na roupa

Redação do Site Inovação Tecnológica - 09/02/2012

Roupas eletrônicas: bateria flexível pode ser tecida

A bateria é fabricada em folhas, com a espessura e textura semelhantes às do couro. Depois ela pode ser cortada em qualquer espessura, espessura essa que vai determinar a tensão que ela fornece. [Imagem: Maksim Skorobogatiy]

 

Roupas eletrônicas

Em busca das roupas inteligentes, cientistas já conseguiram fabricar até mesmo transistores de algodão, o que está permitindo tecer os primeiros circuitos lógicos na própria malha do tecido.

Roupas eletrônicas prometem o máximo de portabilidade, com o aparelho eletrônico sendo simplesmente vestido.

Mas você ainda precisaria reservar um bolso para levar abateria para alimentar suacamisetaPad.

Não mais, porque engenheiros canadenses acabam de criar baterias totalmente flexíveis.

Com a estrutura de fios grossos, as baterias flexíveis foram incorporadas em um tecido de algodão comum, acionando um conjunto de LEDs também tecidos na própria roupa.

 

Bateria de lítio flexível

O Dr. Maksim Skorobogatiy e seus colegas da Escola Politécnica de Montreal construíram sua bateria fazendo um sanduíche de um eletrólito de oxipolietileno com dois eletrodos, um de fosfato de ferro-lítio (catodo) e outro de titanato de lítio (anodo).

São todos materiais sólidos e, embora não tão flexíveis quanto os fios de algodão - sua textura lembra mais o couro - oferecem uma solução mais adequada para as roupas inteligentes do que carregar uma bateria no bolso.

Roupas eletrônicas: bateria flexível pode ser tecida

Um tecido já com os fios-bateria incorporados na trama. [Imagem: Maksim Skorobogatiy]

 

Na verdade, como primeira bateria recarregável de íons de lítio totalmente sólida e ainda flexível, a inovação merece seu próprio desfile de moda.

 

Roupa de segurança

E o Dr. Skorobogatiy afirma que a capacidade de energia das suas baterias flexíveis é surpreendente.

Segundo ele, uma "roupa de segurança", totalmente trançada com seus fios-bateria, fornece energia suficiente para salvar vidas, podendo emitir sinais de alerta ou mesmo alimentar um desfibrilador.

No momento, o único inconveniente é que a bateria flexível não é lavável.

Outra tecnologia que está sendo pesquisada para alimentar as roupas eletrônicas e outros aparatos portáteis são os nanogeradores, que ainda têm potência muito baixa para alimentar aparelhos como celulares ou tablets.

Roupas eletrizantes poderão alimentar seu celular

 

Bibliografia:
Flexible, Solid Electrolyte-Based Lithium Battery Composed of LiFePO4 Cathode and Li4Ti5O12 Anode for Applications in Smart Textiles
Y. Liu, S. Gorgutsa, Clara Santato, M. Skorobogatiy
Journal of The Electrochemical Society
Vol.: 159, Issue 4, pp. A349-A356
DOI: 10.1149/2.020204jes

Fonte: Inovação Tecnológica