sábado, 21 de maio de 2011

L3p D3sk: máquina poderosa integrada a uma mesa de estudos

Modificação é uma das concorrentes do Cooler Master 2011 Case Mod Competition.

(Fonte da imagem: Tweakers.net)

A máquina montada por um holandês identificado somente como Peter (ou L3p D3sk), surpreende pelo visual futurista e pela integração com uma mesa de estudos. A modificação, que tem todas as peças resfriadas por um sistema que utiliza água como base, é uma das competidoras do concurso Cooler Master 2011 Case Mode Competition.

Confira abaixo a configuração surpreendente da máquina:

  • Processador Intel Core i7-980X de 4,5 GHz;
  • 6 GB de memória RAM DDR3-2000 Corsair Dominator;
  • Duas GeForce GTX580 ligadas em SLI;
  • Capacidade de armazenamento de mais de 12 TB;
  • Duas fontes de energia com 1500 W de capacidade total.

Acompanhando o hardware, estão três monitores: a peça central possui 27 polegadas, enquanto as telas laterais possuem 17 polegadas cada. Segundo o competidor, o trabalho de desenvolvimento e montagem da modificação levou ao todo cerca de 7 meses para ser concluído.

Galeria de Imagens

Fonte: Tecmundo

Sony desenvolve E-paper colorido e totalmente flexível

Novidade foi exibida durante a SID 2011. Até o momento, não há planos de comercialização em larga escala.

Ampliar (Fonte da imagem: Tech-On)

A Sony apresentou na última quinta-feira (19 de maio) um novo E-paper colorido durante o SID 2011, maior conferência do mundo sobre novas tecnologias para displays. A novidade possui o tamanho de 13,3 polegadas e tem flexibilidade suficiente para ser dobrada ou enrolada sem nenhum dano.

A novidade conta com espessura de somente 150 μm, e pesa somente 20 gramas. A superfície da tela possui reflexividade de somente 10%, e contraste de 100000:1. A invenção, constituída por uma combinação de pixels vermelhos, verdes, azuis e brancos, possui resolução 1200x800.

Segundo a Sony, a grande variedade de cores mostradas pela tela é resultado de um substrato TFT aplicado com precisão nanométrica à tela E-paper. Com isso, a companhia conseguiu reduzir a distância entre sub-pixels e aumentar a luminosidade de cada pixel, garantindo assim a visualização mais nítida das cores.

A empresa não anunciou nenhum plano de comercializar a novidade em larga escala, limitando-se a demonstrá-la durante a feira de eletrônicos. Porém, com a popularização cada vez maior de tablets e e-readers, não será totalmente inesperado se, em breve, haver um anúncio de um novo aparelho equipado com a tecnologia.

Fonte: Tecmundo

Notebook conceitual reproduz painel de controle de Star Trek

Com formas coloridas e brilhantes que servem como interface, conceito alemão ganhou competição de design realizada pela Fujitsu.

(Fonte da imagem: ASCII)

O designer Philipp Schaake, integrante da equipe alemã Sensid Studio, criou um notebook conceitual que reproduz o visual de um painel de controle do seriado Star Trek (também conhecido como Jornada nas Estrelas).

O conceito, batizado de Crowd, é enfeitado com formas coloridas e brilhantes que servem como interface do computador portátil. Confira a aparência do aparelho na galeria de imagens abaixo, publicadas pelo site ASCII.

Galeria de Imagens

Outra característica peculiar é sua capacidade de se dividir em dois módulos independentes – como se dois iPad fossem unidos para gerar um laptop. O projeto da Sensid Studio foi o vencedor do competição Design Award 2011, organizada pela empresa japonesa de tecnologia Fujitsu.

Fonte: Tecmundo

terça-feira, 17 de maio de 2011

Processador quântico é realmente quântico, afirmam cientistas

Redação do Site Inovação Tecnológica - 17/05/2011

Processador quântico é realmente quântico, afirmam cientistas

O processador quântico possui 128 qubits supercondutores e 24.000 componentes conhecidos como junções Josephson, ou qubits de fase Josephson. [Imagem: D-Wave]

Em 2007, a empresa canadense D-Wave, então recém-criada a partir dos laboratórios da Universidade da Colúmbia Britânica, afirmou ter construído o primeiro processador quântico.

Físicos de todo o mundo mostraram-se céticos com a alegação: o processador era interessante, mas todos duvidavam de que ele usasse fenômenos quânticos para funcionar.

Caixa-preta quântica

Agora, pela primeira vez, a empresa decidiu publicar um artigo científico dando alguns detalhes sobre o funcionamento do seu processador e revelando o papel que a mecânica quântica representa em seu funcionamento.

Ao contrário de todas as pesquisas na área da computação quântica, que estimam que décadas de pesquisas ainda nos separam desses computadores futurísticos, o chip da D-Wave foi fabricado usando as técnicas tradicionais da microeletrônica, embora usando materiais supercondutores.

O processador possui 128 qubits supercondutores e 24.000 componentes conhecidos como junções Josephson, ou qubits de fase Josephson. Como todo material supercondutor, ele funciona sob temperaturas criogênicas.

"Nós já sabemos há algum tempo que esses processadores são extremamente eficazes em resolver os problemas para os quais eles foram projetados, mas esta é a primeira vez que nós pudemos abrir a caixa-preta e mostrar como eles exploram a mecânica quântica para resolver esses problemas," anunciou Geordie Rose, gerente de tecnologia da D-Wave.

Célula quântica

O artigo, publicado na revista Nature, descreve o funcionamento de um bloco do circuito do processador, uma célula, como eles o chamam.

A célula, uma das 16 que formam o processador quântico, é formada por oito qubits supercondutores de fluxo e 1.500 junções Josephson.

"Os pesquisadores tiraram uma série de 'fotografias' do comportamento da célula conforme ela executava um cálculo e mostraram que, usando o alto grau de controle embutido no circuito integrado, os efeitos quânticos podem ser precisamente controlados como desejado por um programador para acelerar os cálculos", afirmou a empresa em nota.

Processador quântico é realmente quântico, afirmam cientistas

O processador usa "bobinas" de fio supercondutor como qubits. Quando uma corrente elétrica circula por essas bobinas - daí o nome de qubits de fluxo - a energia é quantizada, assim como o campo magnético resultante. [Imagem: Johnson et al./Nature]

Processador quântico

O processador usa "bobinas" de fio supercondutor como qubits. Quando uma corrente elétrica circula por essas bobinas - daí o nome de qubits de fluxo - a energia é quantizada.

Os dois níveis mais baixos de energia - os elétrons circulando no sentido horário ou anti-horário - podem ser usados para representar os 0s e 1s.

O campo magnético associado com a corrente elétrica que percorre o qubit de fluxo também é quantizado, apontando num ou noutro sentido conforme a direção da corrente. O sentido desse campo magnético pode ser alterado usando um campo magnético externo.

O grande desafio para a construção de um computador quântico é manter os qubits com seus valores, sem que os dados sejam corrompidos por influências externas.

A empresa afirma que, usando uma propriedade chamada termalização quântica (quantum annealing) - dentro de um conceito conhecido como computação quântica adiabática -, seu processador mantém oito qubits acoplados, todos no menor nível de energia.

Cálculo quântico

Para fazer os cálculos, o processador liga e desliga as interações entre os diversos qubits.

Com isto, o estado de baixa energia do sistema em situação de não-interação deve evoluir naturalmente para o estado de baixa energia do sistema em interação - a resposta do cálculo estará codificada nas interações.

Os pesquisadores argumentam que os qubits de fato atingem seu menor estado de energia seguindo a mecânica quântica. "A evolução [do sistema] é consistente com a mecânica quântica, e não com a mecânica clássica," afirmam.

A empresa anunciou que pretende publicar novos artigos científicos nos próximos meses, dando mais detalhes do funcionamento do seu processador.

Bibliografia:
Quantum annealing with manufactured spins
M. W. Johnson, M. H. S. Amin, S. Gildert, T. Lanting, F. Hamze, N. Dickson, R. Harris, A. J. Berkley, J. Johansson, P. Bunyk, E. M. Chapple, C. Enderud, J. P. Hilton, K. Karimi, E. Ladizinsky, N. Ladizinsky, T. Oh, I. Perminov, C. Rich, M. C. Thom, E. Tolkacheva, C. J. S. Truncik, S. Uchaikin, J. Wang, B. Wilson, G. Rose
Nature
12 May 2011
Vol.: 473, 194-198
DOI: 10.1038/nature10012

Fonte: Inovação Tecnológica

segunda-feira, 16 de maio de 2011

HP lança mouse Wi-Fi

Por Rubens Haruo Eishima em 13/Mai/2011

Modelo de mouse sem-fio não usa Bluetooth e dispensa transmissor USB

Se você é REALMENTE muito chato com a quantidade de plugues ligados em seu computador (ou tem um MacBook Air...) talvez se interesse pelo novo mouse apresentado pela HP; em vez de um transmissor de rádio ou Bluetooth, o mouse se conecta ao PC via Wi-Fi.

O novo modelo pode ser uma opção também para quem costuma perder pendrives e receptores sem-fio  ou tem algum notebook sem Bluetooth com poucas portas USB disponíveis.

Um dos destaques divulgados pela HP é a duração da bateria que, segundo a empresa, pode durar até nove meses. De resto, o mouse apresenta todas as funções que se espera de um dispositivo do tipo, roda de rolagem em quatro direções, cinco botões personalizáveis e formato ambidestro.

Fonte: Superdownloads